Dia Internacional do Diabético – Esclareça suas dúvidas sobre Diabetes

Dia Internacional do Diabético – Esclareça suas dúvidas sobre Diabetes

O diabetes é uma epidemia global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença atinge 1 em cada 11 pessoas no mundo. No Brasil, já são 16 milhões, um crescimento de 61,8% de diagnósticos nos últimos dez anos, levando o título de 4º lugar entre os países com o maior número de casos, atrás apenas da China, da Índia e dos Estados Unidos. O mais preocupante? Por falta de controle glicêmico da população, 50% dos diabéticos brasileiros desconhecem que têm a doença. Daí a importância do Dia Internacional do Diabético, um alerta a cada 27 de junho.

Diabetes Mellitus é uma doença crônica caracterizada pelo aumento de glicose no sangue, o que pode provocar danos nos rins, causar cegueira e levar à amputação de membros inferiores (já ouviu falar de pé diabético?), entre outras complicações. Esta doença ocorre quando o pâncreas, órgão importante na produção de hormônios essenciais para nosso organismo, não produz os níveis suficientes de insulina, hormônio que controla o açúcar no sangue, responsável por levá-lo para dentro das células para ser utilizado como fonte de energia para o corpo.

Diagnóstico do diabetes

O diagnóstico pode ser feito através de um exame de sangue rápido e indolor: uma gota retirada de um dedo já mostra se há alteração na taxa glicêmica. Em três minutos sai o resultado primário. Caso positivo, outros exames clínicos e laboratoriais serão pedidos para confirmar o diagnóstico de diabetes e iniciar o tratamento.


Classificação do Diabetes

Diabetes Tipo 1 (DM 1) – Processo autoimune, quando o próprio corpo destrói as células pancreáticas deixando pouca ou nenhuma insulina liberada no corpo, ocorrendo a hiperglicemia. Doença crônica hereditária, geralmente ocorre na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticada em adultos. Diabéticos do tipo 1 precisam tomar insulina diariamente para regular a glicose.

Diabetes Tipo 2 (DM 2) – Ocorre quando o organismo não usa de forma adequada (resistência à insulina) ou não produz a quantidade suficiente de insulina. Geralmente ocorre em adultos, mas pode ser diagnosticada em crianças, e está relacionado ao sobrepeso, sedentarismo e hábitos alimentares pouco saudáveis. Cerca de 90% dos diabéticos brasileiros se enquadram nesta categoria. A boa notícia? Pode ser controlado com atividade física e reeducação alimentar. Em alguns casos, porém, requer a administração de medicamentos.

Diabetes Gestacional – Durante a gestação, devido às mudanças hormonais, o pâncreas altera a produção de insulina e em algumas mulheres esta alteração ocasiona o diabetes. Toda gestante deve fazer o exame de diabetes ao longo do pré-natal, para evitar risco de complicações durante a gravidez e o parto, e do desenvolvimento posterior da doença tanto para a mãe quanto para o bebê.

Pré-Diabetes – Fase anterior ao diabetes, com a glicose alterada, mas não o suficiente para diagnosticar a doença.

São sintomas do Diabetes (porém a maioria das pessoas são assintomáticas):

• Boca seca
• Sede
• Aumento de apetite
• Aumento no número de micções (urina)
• Perda rápida de peso
• Cansaço

Na maioria das vezes, não causa sintoma algum e é diagnosticada somente ao realizar exame de sangue. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, hoje é considerado o diagnóstico no exame de sangue em jejum com valor maior ou igual a 126 mg/dL.

Complicações

As seguintes complicações podem ocorrer caso não exista um cuidado adequado com a saúde, aumentando as chances de uma pessoa desenvolver a doença:

• Problemas renais
• Alterações cardíacas (infarto do miocárdio) e cerebrais (derrame)
• Danos aos nervos (neuropatia)
• Problemas na circulação sanguínea, principalmente nas pernas
• Dificuldade na cicatrização de feridas
• Problemas oculares (glaucoma, catarata, retinopatia).

É muito importante manter um acompanhamento médico regular para:

• Orientação nutricional adequada;
• Evitar complicações (listadas acima);
• Como usar insulina, as canetas ou outros medicamentos;
• Como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina;
• Orientações sobre atividade física;
• Orientações de como proceder em situações de hipoglicemia (açúcar baixa no sangue) e de hiperglicemia.

Para colaborar com a sua saúde, você sabia que alguns medicamentos para diabetes são fornecidos gratuitamente pelo SUS e farmácia popular? AQUI, você pode conferir essa lista de medicamentos.

Além disso, através do aplicativo filóo você pode solicitar sua consulta preventiva com valor acessível e realizar, quando necessário, exames periódicos com desconto, como o de avaliação de taxas de glicose no sangue, sem se privar das vantagens, qualidade e conforto do atendimento particular.

É bom lembrar que praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar consumo de álcool, tabaco e outras drogas são atitudes preventivas. Ou seja: obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada são agravantes para esta doença.

As filóos, suas consultoras de saúde, estão disponíveis para esclarecer suas dúvidas e orientar o melhor caminho para cuidar da sua saúde, respeitando suas possibilidades, disponibilidade e preferências. Cuide da sua saúde. Se cuidar faz bem.

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Truques de culinária para quem é diabético

Truques de culinária para quem é diabético

Foi-se o tempo em que ter diabetes significava levar uma vida de privações alimentares e desejos reprimidos por doces. Sim, é verdade que esta doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue, que ocorre quando há deficiência na produção do hormônio insulina pelo pâncreas, demanda atenção especial. Mas hoje há uma variedade extensa de alimentos no mercado que tornam possível ao diabético, com um pouquinho de criatividade, comer de tudo.

Consultamos a Débora Vianna Rossi (CRN3 37893), nutricionista da filóo, que ensina truques para adoçar o dia a dia de quem deve evitar açúcar. Confira:

FRUTAS: As frutas são liberadas, mas todas contêm seu açúcar natural, chamado de frutose. É interessante consumir as de baixo índice glicêmico, que significa que a frutose tem uma absorção mais lenta, o que evita picos glicêmicos. Por exemplo: pêssego, pera, ameixa, goiaba, maçã, laranja (essa três últimas têm fibras solúveis, que ajudam no controle da glicose).

A recomendação sobre o consumo de frutas por diabéticos é ingerir até três unidades ao longo do dia, em horários diferentes. Outra dica que ajuda muito é o consumo em conjunto com alimentos ricos em fibra (como aveia e granola diet), pois retarda a absorção desse açúcar.

CHOCOLATE: Uma boa prática é substituir o achocolatado por cacau em pó. Em barras, opte pelo chocolate diet.

MASSA DO BOLO: Substitua a farinha branca pela integral, farelo de aveia ou de trigo para que a absorção do açúcar presente nos alimentos seja mais lenta.

RECHEIOS: Doce de leite e leite condensado podem ser trocados pelas opções “diet”, mas preste atenção ao rótulo, pois a indicação “diet” nem sempre se refere ao açúcar, pode ser redução de sódio, por exemplo.

ADOÇANTES: Para sobremesas, no lugar do açúcar você pode utilizar stévia ou sucralose, que proporcionam um sabor doce e são isentos de calorias, o que auxilia também no controle do peso.

DICA: É interessante preparar doces e bolos com frutas cítricas para que se mantenha mais facilmente o sabor. Entre elas: limão, laranja, abacaxi, morango, ameixa, maracujá, kiwi.

SUGESTÃO DE CARDÁPIO

A nutricionista da filóo sugere, ainda, um exemplo de cardápio para o dia a dia, mas ressalta: “as particularidades e quantidades vão variar de acordo com cada pessoa. É recomendável ao diabético comer a cada três horas, sempre contendo alimentos ricos em fibras”, recomenda.

CAFÉ DA MANHÃ

– 1 xícara de leite com café e adoçante
– 2 fatias de pão integral
– 1 ponta de faca de margarina

LANCHE DA MANHÃ

– 1 fatia de mamão com aveia (frutas podem ser consumidas tanto no café da manhã, como nos lanches intermediários)

ALMOÇO

– 1 e ½ colher de arroz integral
– ½ concha de feijão
– ½ prato de verduras e legumes
– 1 bife grelhado ou cozido

Uma dica interessante é polvilhar gergelim ou linhaça em cima da cenoura e da beterraba para que o consumo não seja impedido – porém, a ingestão destes dois legumes deve se manter baixa.

LANCHE DA TARDE

– 1 copo de Iogurte diet com 2 colheres de sobremesa de granola diet

JANTAR

– ½ prato de verduras e legumes
– ½ batata doce cozida (a batata doce tem mais fibra que a batata inglesa)
– 1 filé de peixe grelhado

Importante: consulte seu médico para acompanhar seu tratamento e um nutricionista para adequar a sua alimentação ao seu tipo de Diabetes. Se cuidar faz bem.

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Consulta em Pronto-Socorro – Quando recorrer

Consulta em Pronto-Socorro – Quando recorrer

Você sente uma indisposição, não sabe muito bem a quem recorrer, o que faz? Passa no Pronto-Socorro (PS). Chega lá, o lugar está cheio, tem que pegar senha, aguardar um tempão. Afinal, todo mundo teve a mesma ideia. Pior: quem realmente precisa de um atendimento de emergência acaba prejudicado com consequências, muitas vezes, graves.

“Por cultura, falta de informação e falhas no sistema público de saúde, o brasileiro realiza consulta em pronto-socorro como primeira opção de atendimento médico. Mas nem sempre as queixas apresentadas são, de fato, urgências. Muitas vezes, a longa fila de espera do PS ocorre por causa de pessoas que não precisariam estar ali. Isto pode colocar em risco a saúde de outros paciente”, alerta João Paulo Nogueira Ribeiro, médico e Sócio-Fundador da filóo.

Números sobre Consulta em Pronto-Socorro

Metade da população (possuidores ou não de plano de saúde) procurou um pronto-socorro no último ano e pouco mais de 10% foram encaminhados para internação, segundo a Pesquisa do Ibope, feita a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) em 2017. A maioria declara procurar atendimento em pronto-socorro por considerar a situação de urgência, taxa que se mantém igual a 2015, informa a pesquisa.

A novidade é a elevação na porcentagem de pessoas que procura um PS pelo fato de resolver mais rápido seu problema de saúde, que passou de 11% em 2015 para 16% em 2017. Outros motivos que levaram o brasileiro com plano de saúde a ir a um atendimento de emergência foram: pode fazer todos os exames que precisar (7%), não consegue uma consulta com o médico (6%), procurar o médico fora do horário comercial (4%).

Não dá para brincar com a saúde e todo desconforto é um alerta de que algo estar errado no organismo. No entanto, não é por isso que, ao menor sintoma de dor, deve-se correr para o PS. “Em primeiro lugar, a quantidade de gente doente compartilhando a recepção do hospital já é um motivo para evitar o local sempre que possível. Na maioria das vezes, ir à emergência não compensa a exposição ao ambiente contaminado. Se expor a um ambiente assim quando você está com uma doença simples – resfriado, gripe comum, dor nas costas, de cabeça ou garganta, por exemplo – tende a fazer mais mal para sua saúde do que bem”, observa João Paulo Nogueira Ribeiro.

Qual a função do Pronto-Socorro?

Em geral são casos de pronto-socorro:
• Acidente com fratura ou perda de consciência
• Picada por animais peçonhentos (cobra, aranha, escorpião)
• Queimadura ou corte grave
• Dores agudas, desconhecidas e insuportáveis
• Dor torácica aguda
• Arritmia cardíaca
• Febre acima de 39ºC que não cede com antitérmicos em até 48 horas ou se vier acompanhada de outros sintomas como vômito, tosse, dor de cabeça forte ou sensação de desmaio
• Perda súbita de sentidos (consciência, visão, audição) ou de força
• Intoxicação alimentar ou por medicamento
• Reação alérgica por alimento ou produto
• Convulsão

E, em geral, são casos onde não precisa ir imediatamente ao pronto-socorro:
• Dor de garganta, de cabeça, nas costas, de estômago
• Gripe comum e resfriado
• Febre que começou a menos de 24 horas
• Diarreia que se iniciou a menos de 24 horas
• Doenças respiratórias (rinite, sinusite, asma leve)
• Dores crônicas (que se repetem dia após dia), nesse caso, você deve se consultar com um especialista

E lembre-se: ser protagonista com sua saúde começa com atitude e escolhas conscientes!

Para casos não emergenciais, marque uma consulta com um clínico geral através do nosso aplicativo filóo. Se cuidar faz bem.

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Dia Nacional de Controle da Asma

Dia Nacional de Controle da Asma

Seu filho está brincando feliz com os amigos, corre pra cá, pra lá e, de repente: mão no peito, falta de ar, chiados, muita tosse. Vixe, lá vai você com a bombinha de ar socorrê-lo em mais uma crise de asma. Como ele, são 300 milhões de asmáticos no mundo, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo 6.4 milhões de pessoas só no Brasil.

Para alertar sobre a doença, em 21 de junho celebra-se o Dia Nacional de Controle da Asma, data que marca o início do inverno, quando sintomas se agravam com as baixas temperaturas.

O que é a ASMA?

A asma é uma doença inflamatória crônica nos brônquios, tubos que levam o oxigênio até os pulmões. Imagine vários “canudinhos” que, por causa da inflamação, se estreitam e dificultam a passagem de ar. Por isso, quando a crise bate, a pessoa se põe a arfar e tem muita dificuldade para respirar.

Classificada em quatro graus (intermitente, persistente leve, moderada e grave), a asma ocorre por uma mescla de fatores genéticos (um dos pais tem ou já teve asma) e ambientais (exposição a alérgenos como odores fortes, poeira, fumaça, mofo, ácaros, pelos de animais, infecções virais respiratórias, entre outros), tendo ainda, como fatores de risco, a obesidade e pertencer ao sexo masculino.

É muito importante buscar um diagnóstico assim que perceber os sintomas a seguir, pois crises frequentes levam à perda de capacidade pulmonar.

Sintomas:
– Tosse prolongada
– Chiado no peito
– Dificuldade respiratória
– Falta de ar

A manifestação da doença é mais frequente pela manhã ou à noite e, consequentemente, os asmáticos tendem a sofrer com insônia, cansaço diurno, faltas escolares e no trabalho.

Para saber se uma crise é grave, preste atenção se a pessoa está com muita falta de ar, não consegue falar direito, os músculos do pescoço e as narinas estão pulsando, o ritmo cardíaco está acelerado e há suor abundante. Em caso positivo, busque socorro urgente.

Segundo a Iniciativa Global contra a Asma (GINA, da sigla em inglês), só no Brasil, três pessoas morrem diariamente em decorrência da doença. Dados do DATASUS apontam que é a 4ª maior causa de hospitalização no país, com 300 mil internações anuais, que custam aos cofres públicos cerca de R$ 537 milhões.

Asma X Bronquite

Muita gente confunde asma (também chamada de “bronquite asmática”) com bronquite crônica. A diferença é que a bronquite tem tosse contínua e úmida, com eliminação de catarro, quadro que piora com a mudança de posição corporal. Em crianças, em geral é provocada por vírus e bactérias e permanece mais de três meses por ano, ocorrendo por, no mínimo, dois anos consecutivos.

Está em dúvida? Consulte um médico. O diagnóstico da asma é clínico e, por ser uma doença crônica, não tem cura. Mas isso não significa que é um “caso perdido”. A asma é reversível e pode ser controlada com uso de medicamentos, acompanhamento médico e atitudes diárias que manterão as crises esparsas e, a vida, mais leve. Se cuidar faz bem.

Veja AQUI hábitos e cuidados para evitar crises de ASMA.

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Hábitos e cuidados para evitar crise de asma

Hábitos e cuidados para evitar crise de asma

Quem tem asma sabe: casa (sempre!) limpa é providência número um para ajudar a evitar crises e não desencadear aqueles sintomas chatos de falta de ar, tosse, chiado e dificuldade para respirar. Pensando nos 16 milhões de brasileiros que sofrem desta doença que é a 4ª maior causa de hospitalização no país, segundo o DATASUS, selecionamos dicas preventivas para aumentar seu bem-estar e daqueles que você ama:

1. TECIDOS: Evite objetos que acumulem poeira como tapetes, carpetes, mantas, cortinas e almofadas. Se for inevitável, opte por tecidos antialérgicos. Boas opções são: poliéster, PVC (usado em cortinas blackout) e demais fibras sintéticas, mais fáceis de limpar do que as de fibra natural. Outra dica: invista em capas removíveis e laváveis para sofás e almofadas.

2. HIGIENIZAÇÃO: Mofo, pólen e ácaros são grandes causadores de problemas respiratórios. Por isso, troque artefatos como espanadores e vassouras, que espalham essas micropartículas pelo ar, por aspiradores de pó (de preferência com Filtro HEPA) e pano úmido. Use máscaras protetoras durante a limpeza.

3. EVITE FRAGRÂNCIAS: Interrompa o uso de produtos com cheiro forte como perfumes, desinfetantes, tintas, produtos derivados do petróleo, entre outras substâncias químicas que irritam o revestimento mucoso do nariz e da boca, aumentando a produção de secreções e desencadeando a crise respiratória. A dica da máscara vale aqui também.

4. PELOS DE ANIMAL: Frequentar ambientes onde há animais peludos pode ser um complicador para pessoas com asma, ainda mais morar na mesma casa. O que fazer? Mantenha a tosa em dia e, ao se aproximar o verão (época de renovação da pelagem) tose antes do início da estação, assim o bichinho solta menos (e menores) pelos. Escove-o diariamente para remover os fios mortos e evitar que se espalhem pela casa. Eduque seu pet para não subir na cama e no sofá. Rolos adesivos e rodos (ótimos em pisos lisos, mesmo sem água, para recolher os pelos) são aliados.

5. NÃO FUME: Listamos AQUI (muitos) motivos para não fumar, agora multiplique por mil se você já enfrenta problemas respiratórios. Para quem não fuma, o conselho é evitar ambientes com qualquer tipo de fumaça, e fumantes.

6. EXPOSIÇÃO AO FRIO: Ar-condicionado, mudanças de temperatura, dias frios geram cuidados redobrados. Resfriados não são agradáveis, mas para quem sofre de asma são um fator de risco: podem se transformar mais facilmente em inflamações nos brônquios. Agasalhe-se.

7. PRATIQUE EXERCÍCIOS: Sabe-se que o esforço físico demasiado pode desencadear crises de asma, porém, quando a doença está sob controle e tratamento, não há desculpas ao sedentarismo: praticar atividades físicas regularmente é recomendado para desenvolver a musculatura respiratória, ajudando a superar futuras ocorrências. Invista na natação e esportes aeróbicos. Evite, apenas, praticar ao ar livre em dias frios.

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