Você já ouviu falar que “em time que está ganhando, não se mexe”? A primeira vacina desenvolvida foi a antirrábica, em 1885, pelo cientista francês Louis Pasteur. Testada num rapaz mordido por um cão, foi a primeira vez que alguém conseguiu sobreviver à raiva. O feito teve grande repercussão mundial: começava uma nova era na saúde.

Para se ter uma ideia, no início do século 20, uma em cada cinco crianças morria antes de completar 5 anos por causa de alguma doença infecciosa. O sarampo matava 2,6 milhões de pessoas por ano, antes de descobrirem a vacina em 1963. E a varíola, campeã de devastação, matou mais de 300 milhões de pessoas até ser totalmente erradicada com a descoberta da vacina (o último caso ocorreu na Somália em 1977).

De lá pra cá, mais de 50 vacinas foram criadas contra doenças infecciosas como: difteria, tétano, coqueluche, febre amarela, Hepatite B, sarampo, meningite, formas graves de tuberculose, rubéola, caxumba, poliomielite, o vírus do HPV (causador do câncer de útero), etc. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que, em todo mundo, as vacinas salvam entre 2 milhões e 3 milhões de vidas todo ano.

Por isso, diante do movimento “antivacinação” (sobretudo nos Estados Unidos) e, consequentemente, do retorno de casos de sarampo e outros males, o mundo entrou em alerta. A OMS chegou a afirmar que a diminuição do uso de vacinas é uma das maiores ameaças à saúde mundial, pois pode reverter o progresso no combate às doenças evitáveis.

Desta forma, ao se deparar com notícias contrárias à vacinação, busque respostas em fontes seguras e não acredite em fake news. Você não vai fazer gol contra, vai?

Ministério da Saúde

O Programa de Imunizações do Brasil é o mais estruturado do mundo e a cada ano se aprimora para proporcionar melhor qualidade de vida à população através da prevenção de doenças. A proteção não é somente para crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas.

Acesse AQUI o calendário de vacinação.

Você sabe a diferença entre as vacinas via oral e as injetáveis?

Via oral: são para doenças contraídas ao ingerir água ou alimentos contaminados, como o rotavírus e o vírus da pólio. As gotinhas fazem o mesmo percurso do vírus, protegendo partes sensíveis como a boca, o estômago e o intestino. São produzidas com o vírus atenuado, ou seja, uma vez no corpo, se reproduz e ativa o sistema de defesa, que aprende a combater a doença no futuro.

Via injeção: são para doenças transmitidas pelo ar, como a tuberculose, difteria, coqueluche, sarampo e caxumba. Ela usa o agente infeccioso inativado (morto), incapaz de se reproduzir no organismo. É a famosa picadinha que salva vidas!

Mitos e Verdades sobre Vacinas

1. A vacina pode causar gripe?
MITO. Vacinas contra a gripe são seguras e não causam gripe. Há dois tipos: a injeção contendo o vírus inativado e a vacina de spray nasal feita de vírus vivos (atenuados), nenhuma causa a doença. O corpo leva até duas semanas para ser protegido e a pessoa pode ser infectada por algum vírus respiratório antes do efeito de proteção e acreditar erroneamente que pegou gripe por causa da vacina.

2. Se eu levar uma vida saudável não preciso de vacina.
MITO. Se exercitar com regularidade, meditar, se alimentar e dormir bem são ótimas práticas para ajudar a manter a saúde em dia. Mas lembre-se que os micro-organismos causadores de doenças estão espalhados pelo ar e em todo lugar. E você não está imune a eles.

3. Vacinas podem causar efeitos colaterais?
VERDADE. Dentre os sintomas indesejáveis (comuns) que podem surgir após uma vacina estão: manchas e coceira na pele, inchaço nos lábios e nas pálpebras, dificuldade para respirar, dor ou inflamação no local da aplicação. Eles desaparecem em até três dias. Diante de qualquer sintoma anormal, procure um médico. Pode ser algo não relacionado à vacina. Tenha em mente que o prejuízo de não vacinar é muito maior (e mais grave) do que vacinar.

4. Doses de reforço são dispensáveis?
MITO. Sem as doses de reforço, no caso das vacinas contra a pólio, difteria, tétano e coqueluche, a imunização não se completa e a criança pode continuar vulnerável a estas doenças, correndo risco de vida.

5. Tomar a mesma vacina duas vezes não faz mal.
VERDADE. Se você não lembra se já tomou determinada vacina ou perdeu a carteirinha de vacinação, vá até um centro de imunizações. Lá profissionais de saúde vão orientar como proceder. Há vacinas que devem ser renovadas como, por exemplo, a que protege contra tétano e difteria, que exige um reforço a cada dez anos.

(Fontes: Ministério da Saúde/OMS)

Vacine-se
É gratuito! Busque a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de você, leve seu cartão de vacinação e um documento com foto.

Perdeu seu cartão?
Vá ao posto de saúde onde recebeu as vacinas anteriores para resgatar o seu histórico de vacinação e fazer a segunda via. Mas tranquilize-se: a ausência da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para vacinar.

Lembre-se
A imunização é tão segura quanto necessária. Se tiver alguma dúvida, entre em contato com uma consultora de saúde filóo, que está sempre disponível para orientar sobre como cuidar da sua saúde. E caso necessite de alguma vacina que não está disponível em rede pública, a filóo tem parcerias com redes de laboratórios que disponibilizam a imunização com valores acessíveis e o conforto do atendimento particular. Se cuidar faz bem.

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