Você já foi a um oftalmologista? Muitas pessoas só incluem um exame de olhos na rotina quando detectam alguma alteração de visão. É bom lembrar que há doenças oculares assintomáticas, ou seja, você não sente nada até o quadro ficar grave. E já não há nada mais a fazer.

Para alertar sobre a importância de manter a saúde dos olhos em foco, 10 de julho foi eleito como o Dia Mundial da Saúde Ocular, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira para zerar as causas da cegueira evitável até o ano 2020.

Segundo a OMS, de cada dez ocorrências de perda de visão, oito poderiam ser evitadas se descobertas precocemente. Dentre as doenças responsáveis por 75% dos casos de cegueira estão o glaucoma, a retinopatia diabética, sendo a catarata a maior causa de cegueira reversível. Só no Brasil, há mais de 1,2 milhões de pessoas sem visão.

Nós, da filóo, aproveitamos a data para convidar você a marcar uma consulta preventiva através do nosso aplicativo. E ficar, literalmente, de olho em qualquer anormalidade, entre elas:


Tipos de doenças

Conjuntivite – Inflamação da conjuntiva (membrana que reveste o branco dos olhos além do interior das pálpebras) além do interior das pálpebras. Pode acometer apenas um ou os dois olhos e a duração variar de sete a 15 dias. Pode ser infecciosa (viral e bacteriana) ou não-infecciosa (alérgica e química).

Sintomas:
Olhos vermelhos, lacrimejamento, irritação ocular, gerando vontade de coçar os olhos, sensibilidade à luz, inchaço nas pálpebras, visão embaçada, sensação de areia ou cisco nos olhos, acordar com os olhos grudados e secreção purulenta ou aquosa.
Ao perceber os sintomas procure imediatamente um médico, devido ao alto risco de contágio, pode ser recomendado o afastamento de atividades externas até a melhora do quadro.

Glaucoma – Ocorre quando há um aumento da pressão intraocular que, ao longo dos anos, danifica as fibras nervosas do nervo óptico. Primeiro, você começa a perder a visão periférica (como se estivesse olhando através de um tubo), depois a visão central é comprometida e, por fim, se não tratar, pode evoluir para a cegueira. Para detectar a doença é preciso um exame oftalmológico minucioso, consulte um oftalmologista com regularidade.

Segundo a Sociedade Brasileira de Glaucoma, 80% dos glaucomas não apresentam sintomas no início da doença, que é crônica e não tem cura, mas grande parte dos casos pode ser controlada com tratamento. Daí a importância do diagnóstico precoce e das consultas preventivas. Idade avançada, hipertensão ocular, miopia elevada, raça negra e hereditariedade são fatores de risco.

Catarata – Lesão no cristalino, lente natural do olho (localizada atrás da íris) que filtra os raios de luz para formar a imagem. A pupila torna-se esbranquiçada. O diagnóstico é feito através de exame pelo oftalmologista.
Sintomas: visão duplicada, sensibilidade à luz, imagens distorcidas, visão embaçada (como se houvesse uma névoa).

A catarata é uma doença congênita ou adquirida decorrente, principalmente, do envelhecimento (a partir dos 50 anos), mas ocorre em bebês por problemas genéticos ou como decorrência de rubéola, sífilis ou toxoplasmose na gravidez da mãe. Outras causas: diabetes, colírios, inflamações intraoculares, excesso de radiação, traumas. O único tratamento é a cirurgia.

Miopia – De perto, tudo normal. De longe, fora de foco. A visão turva ocorre quando as imagens formam-se à frente da retina. O diagnóstico é feito por um oftalmologista, e há três tipos de tratamento: o uso de óculos, lentes de contato e cirurgia a laser. Sintomas: dor de cabeça, fadiga ocular, pestanejar.

Hipermetropia – Ao contrário da miopia, quem sofre de hipermetropia enxerga bem de longe, mas de perto tudo fica desfocado. Ocorre quando a imagem se forma depois da retina. Antecedentes familiares, diabetes, medicamentos e tumores na região dos olhos são fatores de risco.
O diagnóstico é feito através de exames oftalmológicos e o uso de óculos, lentes de contato e cirurgia a laser são corretivos.
Sintomas: dor de cabeça e na região dos olhos, náuseas, visão embaçada.

Astigmatismo – Nesta doença, por irregularidades na córnea, a imagem se forma em eixos diferenciados, ocasionando distorção na visualização tanto de perto quanto à distância. Frequentemente, é hereditário, podendo surgir em paralelo à miopia e à hipermetropia. Após exames, é indicado o uso de lentes, óculos ou cirurgia pelo oftalmologista.
Sintomas: visão desfocada, linhas e contornos indefinidos, dor de cabeça, olhos cansados.

Presbiopia – É comum ocorrer a partir dos 40 anos, a chamada “vista cansada”. Com o passar dos anos, o cristalino fica menos flexível, menos capaz de aumentar a sua espessura e, por consequência, menos apto a focalizar objetos próximos, criando a chamada presbiopia. Os óculos ou lentes ajudam a compensar essa dificuldade.

Separamos algumas dicas para você cuidar bem da saúde dos olhos, invista:
– Lave bem as mãos antes do contato com os olhos
– Inclua frutas e verduras ricos em Vitamina A na sua alimentação (como cenoura e mamão), e a alimentos com ômega 3 (linhaça, salmão, atum, por exemplo)
– Use cosméticos que não irritem os olhos
– Não compartilhe toalhas de rosto, lenços demaquilantes, delineadores, rímel e outros produtos de beleza
– Nunca se automedique, nem se tratando de colírios
– Use óculos de sol com proteção UV
– Se trabalha em frente a um monitor, faça pausas de hora em hora e olhe para um ponto distante
– Não fume e tenha hábitos saudáveis
– Consulte o oftalmologista pelo menos 1 vez por ano (sobretudo se tem mais de 40 anos)

Não deixe para depois. Através do aplicativo da filóo, agende sua visita preventiva ao médico. Se cuidar faz bem.

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