Diferença entre: Promoção e prevenção de saúde

Diferença entre: Promoção e prevenção de saúde

Você já deve ter ouvido a frase “é melhor prevenir do que remediar”. Ou seja, para evitar que algo ou alguma doença pegue você “desprevenido”, há uma preparação prévia, uma antecipação do problema e, em vez de esperar ele ocorrer, você age minimizando o risco. Isso é prevenção da saúde.

Por exemplo: se a previsão do tempo é que vai esfriar, você leva um casaco para não ficar resfriado. Se há um surto de sarampo, vai até o posto e toma a vacina. E assim por diante: consulta seu médico regularmente, faz check-up anuais, mede a pressão com frequência, entre outros exames de acompanhamento. Você é o protagonista no cuidado com a sua saúde.

Prevenir é:
– Manter o calendário de vacinação em dia
– Optar por uma alimentação saudável
– Não fumar
– Fazer exercícios regularmente
– Praticar sexo seguro, com uso de preservativo
– Seguir as recomendações de saúde e orientações médicas de sua confiança

Promoção de saúde é mais amplo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), refere-se a medidas e cuidados que não têm como foco uma determinada doença ou desordem, é um processo social e político com ações direcionadas a mudanças e melhorias nas condições sociais, ambientais e econômicas para minimizar o impacto na saúde individual e pública. Isto permite aumentar a saúde e o bem-estar geral.

São cinco os campos de ação que a promoção da saúde contempla: implementação de políticas públicas saudáveis, criação de ambientes saudáveis, capacitação da comunidade, desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas e reorientação de serviços de saúde.

Promover é:
– Impulsionar, fomentar, gerar
– Estratégia global para alimentação saudável e atividade física
– Programas de controle e tratamento do tabagismo e consumo de álcool
– Promoção da saúde do homem, da mulher e do idoso
– Campanhas de aleitamento materno
– Atenção à saúde mental

A principal diferença entre prevenção e promoção se refere ao conceito de saúde, na prevenção a saúde é vista como ausência de doenças e na promoção, como um modelo participativo multidimensional de saúde.

Através do aplicativo da filóo, você pode agendar a sua consulta preventiva e fazer a sua parte para estar com a saúde sempre em dia. Conheça a filóo. Tenha acesso à consultas e exames que cabem no seu bolso. Confira AQUI

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Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais

Dia 28 de julho foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. A hepatite é uma doença grave que afeta o funcionamento do fígado e pode levar à morte. Entenda como ela atua.

O fígado
O fígado é a maior glândula do corpo humano. Localizado na parte superior direita do abdômen, perto do estômago, é ele que mantém as reservas de ferro, vitaminas e sais minerais essenciais à saúde, que produz a bile, um líquido ácido que auxilia na digestão. Entre outras funções, é o fígado desintoxica o organismo quando ingerimos ingredientes prejudiciais como, por exemplo, os contidos em produtos industrializados, refrigerantes, bebidas alcoólicas e remédios. No entanto, tudo fica comprometido se este importante órgão do sistema digestivo inflamar. E essa inflamação é chamada de hepatite.

Tipos de Hepatite
Existem diversos tipos de hepatite: do tipo A, B e C. A hepatite A é transmitida através da água e alimentos contaminados. E em relações sexuais onde a boca entra contato com as fezes. Não há tratamento específico e, na maioria dos casos, o organismo se livra do vírus naturalmente. Dentre os sintomas estão febre, náusea, vômito, dor abdominal e olhos amarelados, porém, com frequência é assintomática. E, mesmo não sentindo nada, quem está com o vírus pode transmiti-lo.

As hepatites B e C podem levar a estados agudos e crônicos. Na hepatite aguda, a pessoa fica amarela, o fígado fica inchado, dói. Já a crônica (quando a inflamação dura mais do que seis meses) é silenciosa, pode evoluir durante anos e a pessoa não sente nada, só quando já está em estágio grave, caminhando para uma cirrose. É um perigo: nesta fase, o fígado perde suas funções e pode levar à morte.

Diagnóstico
O diagnóstico de hepatite é feito através de exame de sangue. Quanto mais cedo a doença for descoberta, mais determinante para evitar sua transmissão ou progressão do vírus e suas graves consequências. Testes para as hepatites podem ser feitos em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), e também agendando seu exame através do aplicativo da filóo.

Vacinação
A vacina contra hepatite B é importantíssima. É recomendada para adultos até 29 anos e populações vulneráveis (como profissionais do sexo, usuários de drogas e homens que fazem sexo com homens). Desde 1998, é oferecida gratuitamente nos 32 mil postos de saúde do SUS, sendo parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente. É recomendável que a primeira dose deve ser tomada nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido.

Prevenção
Para evitar a transmissão do vírus das hepatites, previna-se:
– Use preservativo em todas as relações sexuais, sem exceção;
– Exija materiais esterilizados ou descartáveis ao fazer tatuagens ou piercings;
– Não compartilhe instrumentos de manicure e pedicure, em salões, aceite apenas os descartáveis
– Tenha sua própria lâmina de barbear ou de depilar, não empreste nem use a de outras pessoas;
– Não compartilhe agulhas, seringas e utensílios para o uso de drogas.

Alerta de perigo
Você sabia que paracetamol, quando misturado ao álcool, pode causar hepatite? É altamente tóxico e, mesmo em baixas doses, é muito perigoso! Evite misturar os dois.

Faça check-ups anuais e os exames e vacinas recomendados pelo seu médico. Através do aplicativo da filóo, marque sua consulta. E mantenha sua saúde sempre em dia!

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Alimentação para ajudar o intestino funcionar

Alimentação para ajudar o intestino funcionar

Você já leu nosso artigo “Conheça seu intestino”? CLIQUE AQUI Lá você fica sabendo que caminho os alimentos percorrem dentro do seu organismo ao longo das etapas da digestão, como funciona e para que serve esse órgão tão importante do corpo humano. Agora, entenda o que você deve fazer para que seu intestino trabalhe com excelência e você tenha uma melhor saúde digestiva e maior qualidade de vida.

Veja no que investir e o que evitar:

Líquidos
O seu intestino ama líquidos, especialmente água: é algo imprescindível para seu bom funcionamento, para hidratar, ajudar na formação das fezes e eliminação de toxinas.

Invista: Beba no mínimo 2 litros de água por dia. Sucos naturais, de preferência com o sumo da fruta e não adoçados artificialmente. Boas opções são frutas com bastante água em sua consistência como melão, melancia, laranja e mamão.
Evite: Risque da sua dieta refrigerantes e sucos de caixinha ricos em açúcar, conservantes e substâncias químicas que detonam as bactérias do bem, que habitam sua macrobiota (flora intestinal), abrindo espaço para que as bactérias perigosas se multipliquem.

Frutas
Frutas são muito bem-vindas à alimentação, contudo algumas “soltam” e outras “prendem” o intestino em função das suas fibras. As fibras insolúveis em água ajudam a aumentar o bolo fecal e aceleram o intestino (soltam). Já as solúveis reduzem a absorção de gordura (prendem).

Para “soltar”, invista em: banana d’água, banana nanica, mamão, manga, acerola, abacaxi, damasco, kiwi, jaca, abacate, figo, laranja e mexerica (coma com bagaço), uva passa e ameixa seca, também conhecida como laxante natural.
Para “prender”, invista em: banana-da-terra, banana-maçã, banana-prata, maçã e pera (sem cascas), caju, limão e goiaba.

Invista em Hortaliças & Cia
Hortaliças e legumes: (de preferência com a casca): alho, cebola, beterraba, batata doce, pepino, berinjela, brócolis, aspargos, alcachofra.

Verduras: preferencialmente cruas como alface, agrião, rúcula, chicória, espinafre, repolho, acelga, almeirão, escarola.
Leguminosas: feijão, lentilha, grão de bico, soja, vagem, ervilha.

Farinhas e cereais
Invista: farelo de aveia, farelo de trigo, gérmen de trigo, linhaça, chia, pão integral, arroz integral.
Evite: Cereais refinados, arroz branco, amido de milho, polvilho, biscoitos (inclusive a bolacha “água e sal”), pães brancos, farinha de mandioca.

Chocolate
Invista: Chocolates com 70% de cacau.
Evite: Chocolates ao leite e versões ricas em açúcar podem causar gases (doces em geral podem prejudicar o bom funcionamento do seu intestino).

Leites e derivados
Invista: Iogurtes e leites fermentados com adição de lactobacillus e bifidubactérias, que são os chamados alimentos probióticos com micro-organismos vivos que beneficiam a flora intestinal.
Evite: Leite integral, queijos gordos como parmesão, provolone, gorgonzola, roquefort.

É bom ressaltar que cada organismo tem respostas e necessidades diferentes quanto à alimentação. Para montar uma dieta adequada ao seu tipo físico e estilo de vida, marque uma consulta com um nutricionista através do aplicativo da filóo. É prático, rápido e cabe no seu bolso. Invista na sua saúde!

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Truques de culinária para quem é diabético

Truques de culinária para quem é diabético

Foi-se o tempo em que ter diabetes significava levar uma vida de privações alimentares e desejos reprimidos por doces. Sim, é verdade que esta doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue, que ocorre quando há deficiência na produção do hormônio insulina pelo pâncreas, demanda atenção especial. Mas hoje há uma variedade extensa de alimentos no mercado que tornam possível ao diabético, com um pouquinho de criatividade, comer de tudo.

Consultamos a Débora Vianna Rossi (CRN3 37893), nutricionista da filóo, que ensina truques para adoçar o dia a dia de quem deve evitar açúcar. Confira:

FRUTAS: As frutas são liberadas, mas todas contêm seu açúcar natural, chamado de frutose. É interessante consumir as de baixo índice glicêmico, que significa que a frutose tem uma absorção mais lenta, o que evita picos glicêmicos. Por exemplo: pêssego, pera, ameixa, goiaba, maçã, laranja (essa três últimas têm fibras solúveis, que ajudam no controle da glicose).

A recomendação sobre o consumo de frutas por diabéticos é ingerir até três unidades ao longo do dia, em horários diferentes. Outra dica que ajuda muito é o consumo em conjunto com alimentos ricos em fibra (como aveia e granola diet), pois retarda a absorção desse açúcar.

CHOCOLATE: Uma boa prática é substituir o achocolatado por cacau em pó. Em barras, opte pelo chocolate diet.

MASSA DO BOLO: Substitua a farinha branca pela integral, farelo de aveia ou de trigo para que a absorção do açúcar presente nos alimentos seja mais lenta.

RECHEIOS: Doce de leite e leite condensado podem ser trocados pelas opções “diet”, mas preste atenção ao rótulo, pois a indicação “diet” nem sempre se refere ao açúcar, pode ser redução de sódio, por exemplo.

ADOÇANTES: Para sobremesas, no lugar do açúcar você pode utilizar stévia ou sucralose, que proporcionam um sabor doce e são isentos de calorias, o que auxilia também no controle do peso.

DICA: É interessante preparar doces e bolos com frutas cítricas para que se mantenha mais facilmente o sabor. Entre elas: limão, laranja, abacaxi, morango, ameixa, maracujá, kiwi.

SUGESTÃO DE CARDÁPIO

A nutricionista da filóo sugere, ainda, um exemplo de cardápio para o dia a dia, mas ressalta: “as particularidades e quantidades vão variar de acordo com cada pessoa. É recomendável ao diabético comer a cada três horas, sempre contendo alimentos ricos em fibras”, recomenda.

CAFÉ DA MANHÃ

– 1 xícara de leite com café e adoçante
– 2 fatias de pão integral
– 1 ponta de faca de margarina

LANCHE DA MANHÃ

– 1 fatia de mamão com aveia (frutas podem ser consumidas tanto no café da manhã, como nos lanches intermediários)

ALMOÇO

– 1 e ½ colher de arroz integral
– ½ concha de feijão
– ½ prato de verduras e legumes
– 1 bife grelhado ou cozido

Uma dica interessante é polvilhar gergelim ou linhaça em cima da cenoura e da beterraba para que o consumo não seja impedido – porém, a ingestão destes dois legumes deve se manter baixa.

LANCHE DA TARDE

– 1 copo de Iogurte diet com 2 colheres de sobremesa de granola diet

JANTAR

– ½ prato de verduras e legumes
– ½ batata doce cozida (a batata doce tem mais fibra que a batata inglesa)
– 1 filé de peixe grelhado

Importante: consulte seu médico para acompanhar seu tratamento e um nutricionista para adequar a sua alimentação ao seu tipo de Diabetes. Se cuidar faz bem.

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Mortalidade materna: perdas evitáveis

Mortalidade materna: perdas evitáveis

A cada 1,73 minutos, uma mulher morre, no mundo, em decorrência de complicações na gestação, no parto e no puerpério. A maioria delas, evitável. Você nem terá acabado de ler esta matéria e outra vida terá se perdido. São 830 mortes maternas, todos os dias. Uma média de 216 para cada 100 mil bebês nascidos vivos. São dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Daí a importância do Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

Prevenção salva

Segundo a OPAS, a maioria dos óbitos (quase 75%) decorre de complicações relacionadas à hipertensão (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), ao parto, a hemorragias e infecções (sobretudo no pós-parto) e abortos inseguros. Doenças como malária e contaminação pelo HIV na gravidez também estão entre as causas.

Neste contexto, a prevenção, o acesso à informação e a serviços de saúde são fundamentais para salvar vidas. Um pré-natal bem feito, assim como o acompanhamento durante e após o parto reduzem os riscos de morte especialmente em áreas rurais e comunidades pobres de países em desenvolvimento, onde ocorrem 99% de todas as mortes maternas. Para se ter uma ideia, na Suécia são 4 mortes a cada 100 mil nascimentos, no Brasil, esse índice sobe para 64,4 (dados de 2016). Em Uganda, 343.

Ações para diminuir a mortalidade materna

Um somatório de ações é recomendado pela OMS para reverter esse quadro: no pré-natal, a detecção precoce de problemas, preparação e planejamento para o parto. Durante o parto, atenção qualificada, profissionais com treinamento e capacitação técnica, correta avaliação de fatores de risco e reconhecimento precoce de complicações (e saber como agir), acesso a cirurgia obstétrica, monitoração do bebê e realização de intervenções básicas essenciais. No puerpério, assistência qualificada. Em todo processo, ter paciência e empatia. Sim, o bem-estar da mãe é fundamental.

No Brasil, programas públicos e em parceria com a rede privada foram instituídos pelo Ministério da Saúde para melhorar a atenção durante a gestação, dentre eles a Rede Cegonha, que acompanha a mulher da gravidez até os primeiros dois anos de vida da criança, com ações em 5.488 municípios brasileiros, atingindo 2,6 milhões de gestantes. No setor privado, o Projeto Parto Adequado, da ANS, já em sua segunda fase conseguiu diminuir em 8% os considerados altos índices de cesáreas (fator de risco quando não for procedimento indicativo) nos 63 hospitais que aderiram ao projeto em 2017.

Cuidar de si faz bem

Gestantes e mulheres que planejam engravidar também podem fazer a sua parte tomando as rédeas no cuidado com a própria saúde: realizar o pré-natal, comparecer às consultas agendadas, fazer os exames pedidos e suplementação de ferro e ácido fólico. Manter sob controle doenças como diabetes ou hipertensão, que podem ser complicadores na gestação.

Organizar o plano de parto com profissionais capacitados. Buscar informação e acolhimento: é direito da mulher receber um atendimento humanizado no pré-natal, parto e pós-parto.

Entre 1990 e 2015, a mortalidade materna no mundo caiu cerca de 44%. Entre 2016 e 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a meta é reduzir a taxa global para menos de 70 mulheres por cada 100 mil nascidos vivos. Se cada um fizer a sua parte, a gente chega lá!

Leia AQUI quais os exames que toda mulher deve fazer, ao longo da vida, para manter-se saudável.

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