Meditação para dormir melhor

Meditação para dormir melhor

Tem dificuldades para dormir e já tentou de tudo, sem resultados? Queremos fazer um convite, que tal experimentar, ao longo de 21 dias, fazer uma meditação antes de dormir?

Para ajudar na missão, Marina Neumann, especialista em mindfulness pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e Chief Mindfulness Officer do Instituto Latino Americano de Mindfulness e Bem Estar, desenvolveu para a filóo uma meditação guiada que trabalha a respiração e o escaneamento corporal, relaxando corpo e mente, proporcionando um sono de qualidade. Os benefícios são sentidos com a regularidade.

Sugerimos que você leia o texto a seguir em voz alta, pausadamente, e grave no celular. Se preferir, coloque também uma música suave, instrumental, ao fundo. Boa prática!

Meditação para uma boa noite de sono
Deite-se e encontre uma posição confortável, ajustando seu corpo como necessário para que possa adormecer. Talvez você apenas relaxe, sem pegar no sono, você estará mais descansado e renovado depois. Esta prática de escaneamento corporal vai te ajudar a relaxar e dormir.

INSPIRE profundamente e EXPIRE lentamente. Inspirando… e expirando lentamente…

Faça algumas respirações lentas e calmas. Sinta como sua respiração pode relaxar você. Não há nada que você precise fazer agora, além de respirar conscientemente, calmamente. Apenas se permita ir relaxando. Sinta-se ficando sonolento… cada vez mais lento, ficando mais sonolento.

Continue assim para ir relaxando o corpo, apreciando o relaxamento. Na próxima expiração veja se pode expirar ainda mais devagar. Inspirando profundamente e agora expirando devagar, bem lentamente, prolongando esta expiração, relaxando. Quando terminar de expirar, inspire naturalmente e expire devagar novamente.

Apenas continue respirando agora, deixando cada respiração acontecer naturalmente, sem esforço, em um ritmo que seja confortável para você. Sinta sua respiração ficando calma, lenta, fácil. Continue com o escaneamento do corpo, apreciando o relaxamento.

ESCANEIE SEU CORPO, começando no topo de sua cabeça e descendo. Leve sua atenção para sua cabeça. Observando, percebendo as sensações presentes. Movendo sua atenção para os olhos, nariz, queixo, até os ombros. Percebendo cada área, observando como o seu corpo se sente.

Continue percorrendo cada área, movendo lentamente a sua atenção pelo seu corpo. Como sua parte superior do corpo se sente? Note se há áreas tensão e permitindo que o corpo solte as tensões desnecessárias.

Aproximando-se do centro do seu corpo até o estômago. Como esta parte do seu corpo está se sentindo? Continue observando seu estado físico. Continue a escanear seu corpo, movendo o foco de sua atenção para baixo.

Chegando aos quadris, continue observando e movendo sua atenção para baixo. Como esta parte do seu corpo se sente? Observe qualquer tensão, não há a necessidade de mudar nada, permitindo que qualquer sensação presente simplesmente seja como é.

Chegando até seus joelhos, como é que esta área se sente? Continue descendo a sua atenção até os pés. Reserve um momento para percorrer todo o seu corpo novamente, percebendo como o seu corpo se sente como um todo. Onde está seu corpo mais tenso?

Foque intencionalmente nesta área de tensão e imagine que os músculos aqui estão soltando a tensão, tornando-se soltos, tornando-se relaxados, deixando a tensão passar.

Liberando a tensão pouco a pouco até que esta área relaxe. Sinta a tensão se abrandar, sinta os músculos à medida que eles se soltam, alongam, aquecendo e relaxando, como se estivessem derretendo neste estado de relaxamento.

Observe onde seu corpo está mais relaxado. Como se sente o relaxamento? Imagine este relaxamento é quente e vai se movendo, crescendo, se espalhando para as outras áreas do seu corpo. Sinta seu corpo se tornando mais relaxado à medida que a área de relaxamento cresce.

Continue com a prática, aproveitando este escaneamento corporal relaxante.

(Pausa)

Permita que seu corpo RELAXE. Sinta seus ombros relaxando, os músculos se soltando. Suas pernas estão quietas e estão começando a ficar pesadas. Seus pés estão quentes, sinta o calor se espalhando enquanto suas pernas se tornam mais aquecidas também.

Seus braços estão ficando mais pesados. Sinta-se afundando na cama. Afundando mais profundamente, mais profundo, todo o seu corpo está se sentindo muito pesado.

Sinta o calor em suas mãos, ficando mais e mais quentes, espalhando-se pelos seus braços. Suas mãos e braços estão muito pesados.

Pisque seus olhos algumas vezes, se você quiser. Note que suas pálpebras estão ficando pesadas. Elas vão ficando cada vez mais pesadas, e é tão bom fechar os olhos, descansar os olhos. Observe uma sensação de frescor em sua testa. Calma, fresca e relaxada. Suave, livre de tensão.

Imagine que a tensão no seu corpo está fluindo através de seus dedos e dos dedos dos pés. Saindo de você… a cada respiração você pode sentir a tensão saindo pelos seus dedos das mãos e dos pés. Sinta a tensão deixando seu corpo, indo embora.

Continue com o este relaxamento do corpo para o sono, apreciando o relaxamento.

(Pausa)

Vamos pensar em FICAR À DERIVA agora por um momento, apenas relaxando. Não precisa se concentrar, ou pensar, apenas à deriva, enquanto a tensão continua a sair e seu corpo relaxar.

Imagine que seu corpo seja feito de caramelo, chocolate ou algum outro sólido que possa ser derretido. Agora mesmo, seu corpo é ainda é como um pedaço sólido e duro de caramelo.

Imagine uma sensação de calor, começando em suas mãos e pés, que começa a suavizar o caramelo do qual seu corpo é feito. Logo suas mãos e pés ficam macios e mais líquidos. O calor se espalha por todo o corpo, pelas mãos, pelos braços. Sinta seus braços derretendo, suavizando. É uma sensação agradável, tão relaxante.

Sinta o calor enquanto ele subindo dos seus pés, subindo pelas suas pernas. Observe suas pernas se suavizando, pois elas estão derretendo para um estado completamente relaxado.

Sinta o núcleo do seu corpo enquanto o calor sai dos seus braços e pernas derrete seu estômago. Sinta seu núcleo relaxando, derretendo. Imagine que todo o seu corpo é muito macio, como o caramelo que derreteu fica macio e elástico.
Simplesmente descanse, apreciando este relaxamento. Flutuando, relaxando. Está tudo bem em só relaxar agora, apenas permita que o sono vá chegando.

Deixando sua mente adormecer, voltando para o sono. É tão bom se render ao peso do sono. Sinta seu corpo é como uma pena agora, flutuando gentilmente em direção a este estado de sono tranquilo e pacífico. Sinta o seu corpo flutuando de um lado para o outro, cada vez mais para baixo, flutuando pelo ar. Logo descansará neste lugar tranquilo. Suavemente descansando, afundando, um lugar tranquilo e agradável. Tão sonolento… descendo… descendo.

Afundando no sono, tão profundamente adormecido e pesado… Agradável, calmo, sonhando… Descansando nesta superfície macia, afundando suavemente em conforto e sono. Não há mais palavras que você precisa se concentrar. Aproveite o relaxamento agora e permita-se mergulhar em um sono profundo e agradável. (Fim)

Manter hábitos e uma rotina saudáveis é o caminho para uma vida com mais qualidade. Na filóo, você pode agendar sua consulta preventiva sempre que precisar, através do aplicativo. É simples, rápido e o melhor: o valor cabe no seu bolso.

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Quando longevidade é sinônimo de qualidade de vida

Quando longevidade é sinônimo de qualidade de vida

Se você deseja uma vida longa, comece hoje (neste minuto) a ajustar sua rotina. Cada dia conta. Inicie eliminando o hábito de fumar e beber álcool. Depois, ajuste a alimentação, inclua exercícios físicos diários. E até uma agenda social familiar e que contemple encontrar-se com seus bons amigos.

Entenda o que cada uma dessas sugestões faz pelo seu futuro. E, claro, por você. Veja 6 hábitos que impactam na sua longevidade:

1. Não fume
Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, em 2013, mostrou que fumar pode diminuir a expectativa de vida em até dez anos. E quanto mais jovem se larga o vício, mais anos se adiciona à vida, pois fica-se menos suscetível a complicações cardíacas, derrame e pressão alta, múltiplas formas de câncer, incluindo de bexiga, de pulmão, de rim e de garganta.

Na pesquisa, quem parou de fumar entre 25 e 34 anos (em média aos 29 anos) demonstrou curvas de sobrevida semelhantes às de não fumantes. Quando comparados aos que não largaram o vício, ganharam por volta de dez anos de vida. Já aqueles que pararam entre 45 e 54 anos, tiveram um ganho médio de seis anos de vida e, entre 55 e 64 anos, uma sobrevida de quatro anos. E mais: parar de fumar antes dos 40 anos reduz o risco de morrer por qualquer causa, em cerca de 90%.

2. Evite bebidas alcoólicas
Beber cinco taças de 175ml de vinho ou canecos de cerveja por semana (o equivalente a 100g) aumenta o risco de morte prematura. Um estudo publicado pelo jornal científico The Lancet, analisou 599.912 bebedores em 19 países, nenhum dos quais tinha um histórico de doença cardiovascular. Descobriu um aumento em todas as causas de morte quando mais de 100g de álcool foram consumidos semanalmente.

Pela análise, uma pessoa de 40 anos que bebe entre 200g e 350g de álcool por semana (de 10 a 18 copos de vinho ou cervejas) tem uma expectativa de vida mais baixa, em torno de um a dois anos. Consumir mais bebida alcoólica está associado a acidentes vasculares cerebrais, insuficiência cardíaca e risco fatal de aneurismas.

3. Consuma mais vegetais
As pessoas que vivem em “Zonas Azuis ” (locais onde há uma forte relação entre a longevidade e a baixa incidência de doenças crônicas) obtêm pelo menos 80% de sua dieta baseadas em vegetais, como frutas, verduras, nozes, sementes, cereais integrais e feijões. Este tipo de dieta é naturalmente baixo em colesterol e fornece uma dose saudável de fibras, antioxidantes e outros nutrientes que mantêm o sistema imunológico funcionando e o corpo saudável.

Muitos estudos associam uma dieta rica em vegetais a um menor risco de morte prematura, bem como uma redução do risco de câncer, síndrome metabólica, doenças cardíacas, depressão e deterioração do cérebro. Estes efeitos são atribuídos aos nutrientes e antioxidantes dos alimentos vegetais, que incluem polifenóis, carotenóides, ácido fólico e vitamina C.


4. Mexa-se

Exercícios físicos ajudam a combater os fatores de risco para problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, e aumentam o humor. Um estudo de 2017, feito com mais de 130.000 pessoas publicado no Lancet identificou que praticar 30 minutos de atividade física por dia ou 150 minutos semanais, reduz o risco de morte em 28%. E isso vale, inclusive, para caminhadas leves e jardinagem. Ou seja, você não precisa treinar pesado numa academia. Apenas mexa-se!

5. Mantenha laços de afeto com a família, amigos e comunidade
Permanecer ativo socialmente melhora sua longevidade, de acordo com um estudo de 2017, do Journal of American Geriatrics Society. Pesquisadores observaram quantas vezes as pessoas com idades entre 70 e 90 deixaram suas casas e quanto tempo eles viveram: aqueles que saíam diariamente viviam mais do que os reclusos. Sair da casa regularmente pode proporcionar aos idosos mais oportunidades de se engajar em atividades sociais, culturais e físicas, o que, por sua vez, aumenta sua saúde e longevidade.

Em outro estudo, desta vez uma parceria entre a Universidade da Califórnia em San Diego e a Universidade de Yale, com colaboração do Facebook, descobriu-se que mesmo relacionamentos online se correlacionam com uma vida mais longa, desde que o uso da plataforma de redes sociais seja para acompanhar as relações da vida real. A felicidade em nossos relacionamentos têm uma influência poderosa em nossa saúde.

6. Visite um médico regularmente
Seja proativo em manter sua saúde. Consultar profissionais de saúde para avaliações de rotina, vacinas e tratamento de condições crônicas ajudam a detectar problemas precocemente. E mais: a frequência de consulta cria um vínculo positivo com o seu médico, possibilitando um cuidado individualizado que atende aos objetivos do paciente, mantendo uma melhor qualidade de vida.

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Dia dos pais: a nova paternidade

Dia dos pais: a nova paternidade

Eles buscam na escola, dão papinha, levam ao médico. Até dançar em cima do palco na apresentação de balé de fim de ano, eles dançam. De tutu. E fazem sucesso. Os pais modernos não se apegam a convenções. Querem se envolver ativamente na criação dos filhos, dividem as tarefas domésticas, dão o seu melhor. Entendem que ser pai é participar. Do jeito deles, aprendendo e errando e melhorando e se superando. Como toda mãe. Alguns pais, separados, têm até apelido: “pães”. Eis a nova paternidade.

Com as mudanças nos papéis sociais, o homem “moderno” precisou se reinventar. Abandonar velhas crenças e se lançar ao novo. Está mais sensível e descobrindo novas maneiras de exercer sua masculinidade sem, com isso, ser menos homem. Passou a se permitir demonstrar os sentimentos, a dizer o que sente, a não ter medo de ser julgado. Aprendeu a compartilhar.

Movimentos e personalidades nas redes sociais como Papo de Homem (@papodehomem), Homem Paterno (@homempaterno) e Marcos Piangers (@piangers), que debatem a paternidade integral e organizam encontros e workshops presenciais para discutir o novo papel masculino não nos deixam mentir. O mais bacana? Os eventos estão sempre lotados.
Ser pai é olhar para o futuro. É querer manter-se vivo e saudável para seguir cuidando da prole. E aí entra uma questão importante: é preciso também se cuidar. Ficar de olho na saúde, marcar consultas preventivas. Sim, os homens ainda vão menos ao médico do que as mulheres.

Uma pesquisa do Centro de Referência em Saúde do Homem expôs que mais de 50% dos homens só buscam tratamento quando as doenças já estão em estágio avançado e há necessidade de intervenções cirúrgicas. Foram 80 milhões de consultas a menos do que as mulheres em 2017, de acordo com o Ministério da Saúde. Isto precisa mudar.

Previna-se
Prevenção é muito importante. Confira os cuidados e exames que todo homem deve realizar ao longo da vida:

Check-ups
Fez 40 anos? Bem-vindo ao time dos que devem fazer exames anuais para prevenir as principais doenças que afetam os homens a partir desta idade. São elas: hipertensão, colesterol alto, problemas cardiovasculares e no pulmão, câncer de próstata, alterações hormonais, problemas renais e na bexiga, entre outros.

Exames de sangue
A partir dos 20 anos, faça exames anuais para o controle das taxas de glicose, colesterol, triglicerídeos, ácido úrico e creatinina, e hemograma completo.

Autoexame testicular
A partir dos 15 anos, esse autoexame já deve ser feito. Em busca de caroços, alterações, crescimento exagerado, na adolescência se inicia o cuidado com os testículos. Apalpe-os e, se detectar anormalidades, visite um urologista. O câncer de testículo é o mais comum entre homens de 15 a 34 anos.

Próstata
O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, perdendo apenas do câncer de pele. Daí a importância do toque retal, para verificar o estado da glândula, e do PSA, exame de sangue para medir níveis de substâncias da próstata. A partir dos 40 anos, o exame deve ser anual.

Colonoscopia
Para detectar pólipos, doenças inflamatórias intestinais, câncer no reto ou no intestino grosso, a colonoscopia, exame que captura imagens em tempo real através de um tubo ótico e analisa a mucosa intestinal, deve ser feita anualmente a partir dos 50 anos.

Neste Dia dos Pais, que tal dar um presente diferente ao seu pai ou a si mesmo? Clique AQUI e faça um cadastro na filóo. Por apenas R$ 7,99 + o valor da consulta, você tem acesso a consultas particulares com valores que você pode pagar, sem limite de uso ou carência, descontos de até 85% em medicamentos e 20% em exames e vacinas e orientação de saúde 24 horas com nossas consultoras filóo. Feliz ano dos pais. A sua saúde é seu melhor presente. Invista!

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Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Você faz o exame de sangue e sai o diagnóstico: colesterol alto. Leva um susto, ouve do médico que terá que tomar cuidados extras em relação à saúde, sobretudo alimentação e estilo de vida. Mas o que significa, realmente, a alteração nas taxas deste composto químico?

O que é
O colesterol é um tipo de gordura que integra a membrana das células, a maior parte sintetizada no fígado, e é transportado no sangue por proteínas especiais: as lipoproteínas, encarregadas pela distribuição do colesterol por todas as células, como as do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos, coração, e tecidos do corpo.

Dois tipos
O colesterol é classificado em dois tipos:
O HDL – Lipoproteínas de Alta Densidade (do Inglês, High Density Lipoproteins), considerado o colesterol “bom”, que ajuda a eliminar o excesso de gordura pela bile e pelas fezes.

E o LDL – Lipoproteínas de Baixa Densidade (do Inglês, Low Density Lipoprotein), chamado “ruim”, pois em excesso pode aderir às paredes das artérias formando placas de gordura que dificultam o fluxo sanguíneo, oferecendo risco de derrame (AVC), aterosclerose, angina, infarto agudo do miocárdio, entre outros problemas. Quando uma pessoa tem níveis de LDL acima do normal, diz-se que tem colesterol alto.

Dentre as muitas funções do colesterol estão:
– A produção do cortisol, o “hormônio do estresse”, e dos hormônios sexuais, incluindo androgênio, testosterona, estrógeno, progesterona e DHEA., essenciais à reprodução;
– Regular os receptores de serotonina no cérebro, que promovem o bem-estar e têm ligação direta com alterações de humores, agressividade e até depressão.
– A produção de vitamina D, indispensável para a formação dos ossos e do sistema nervoso, e também para o funcionamento do sistema imunológico, o metabolismo de sais minerais, à produção de insulina e para o tônus muscular;
– Fabricação dos ácidos biliares (no fígado) que ajudam na digestão de gorduras.

São fatores de risco:
– Maus hábitos alimentares, sobretudo quando consumida gorduras saturadas e trans em excesso,
– Obesidade
– Sedentarismo
– Diabetes
– Tabagismo
– Pressão alta
– Fatores hereditários (se há casos na família, visite seu médico regularmente e mantenha seus exames em dia)

Alimentos amigos do colesterol:
O colesterol entra no organismo por duas vias: produzido pelo fígado ou extraído dos alimentos no intestino. Portanto, os níveis desta substância no sangue são influenciados pela ingestão de gorduras saturadas. Ou seja: você é o que você come. O seu colesterol também.

Veja quais alimentos são indicados e invista!
Azeite: A gordura monoinsaturada do azeite extra-virgem é anti-inflamatória e muito benéfica para o sistema cardiovascular. Benefícios: Eleva o HDL (colesterol bom) e baixa o LDL (ruim).

Peixes: Aposte no trio salmão, atum e sardinha, rico em ácidos graxos (Ômega 3). Benefícios: Aumenta os níveis de HDL, protegendo o coração.

Soja: Possui isoflavonas, hormônio vegetal que inibe a aterosclerose. Benefícios: Eleva o HDL e baixa o LDL.

Abacate: Fonte de gordura monoinsaturada, seu consumo regular que evita a deposição de colesterol nas artérias. Benefícios: efeito vantajoso sobre os níveis de colesterol e triglicérides, melhorias na pressão alta.

Uvas: As vermelhas, roxas ou pretas (sobretudo suas cascas) são ótimas fontes de quercetina, resveratrol e flavonoides (antioxidantes), sendo excelentes para a saúde do coração. As uvas verdes têm poderes antivirais e antibacterianos. Benefícios: Ajudam a elevar o HDL.

Cranberry: Rica em flavonoides, beber 400 ml diários do suco dessa fruta, por no mínimo um mês, segundo uma pesquisa da Universidade de Scranton (EUA), ajuda a reduzir em até 40% os riscos de doenças cardiovasculares. Benefícios: Excelente para elevar o colesterol HDL.

Castanhas: Invista num mix diário de nozes, amêndoas, castanhas-do-pará, sementes de girassol, castanhas-de-caju, fontes de gorduras mono e poli-insaturadas. Ideal é comer um punhado apenas (a quantidade de uma mão). Benefícios: ajudam a elevar o colesterol HDL.

Aveia: Duas colheres diárias da fibra do farelo de aveia é o recomendado. Benefícios: Aumentam o HDL, diminuem o LDL.

A melhor maneira de prevenir o colesterol alto é mantendo uma rotina com hábitos e alimentação saudáveis, e incluir exercícios físicos no seu dia a dia. Neste Dia Nacional de Combate ao Colesterol, que tal investigar os níveis de colesterol do seu sangue?

Agende uma consulta com um clínico geral através do aplicativo da filóo e marque um exame. Saúde nunca é demais e, com a filóo, cabe no seu bolso.

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Sarampo: previna-se!

Sarampo: previna-se!

O sarampo voltou com tudo. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo. Em 2018, porém, o país enfrentou surtos da doença, com mais de 10 mil casos confirmados em 11 estados, colocando em risco essa certificação. Se a perdermos, ninguém pode entrar, nem sair do continente sul-americano sem a comprovação de vacina, o que afeta em cheio a indústria do turismo e os negócios. E, claro, a vida humana.

Em 2019, novos surtos foram detectados, não apenas aqui no Brasil. No mundo todo, os casos de sarampo aumentaram 300% entre janeiro e março de 2019 em comparação com os três primeiros meses do ano passado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Foram 112.163 novas ocorrências em 170 países. Agora, imagine esse vírus se espalhando pelo ar. Por isso, é muito, (muito!) importante a vacinação.

A vacina é uma forma eficiente de prevenir a doença, não apenas na pessoa que a recebeu, mas também na população daquela região. Informe-se com uma consultora filóo onde há um posto ou clínica de vacinação perto de você.

Entenda a doença

O sarampo é uma doença viral aguda, altamente contagiosa, transmitida por gotículas infectadas através da fala, tosse e espirro, mas que pode ser prevenida pela vacina. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade.

Principais sintomas

Após o período de incubação (tempo entre a pessoa entrar em contato com o vírus e o aparecimento dos sintomas) de 6 a 21 dias, podem surgir os seguintes sintomas:
• Febre alta;
• Mal-estar;
• Tosse;
• Coriza;
• Conjuntivite;
• Manchas brancas que aparecem na mucosa bucal conhecida como sinal de Koplik, que ocorre de 1 a 2 dias antes do aparecimento das manchas vermelhas;
• Manchas vermelhas, que surgem 2 a 4 dias após o início da febre, primeiro no rosto e, em seguida, se espalham pelo corpo e duram de 6 a 7 dias.

Complicações

A ocorrência de febre, por mais de três dias, após o aparecimento das lesões na pele, é um sinal de alerta, podendo indicar o aparecimento de complicações, como: infecção respiratória, otite, diarreia e encefalite. Pode causar a morte em até 4% dos casos.

Tratamento

O tratamento do sarampo é de suporte, pois não existe medicamento para combater o vírus e inclui: medicamentos para controlar a febre (antitérmicos) como dipirona ou paracetamol, hidratação adequada, antibióticos para complicações bacterianas como pneumonia ou otite.

É recomendável a administração da vitamina A em crianças acometidas pela doença, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais.

Prevenção
O mais importante em relação ao sarampo é a prevenção. Vacine-se!

Esquema vacinal do Sarampo
• 12 meses a menores de 5 anos de idade: uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses de idade;
• 5 a 9 anos de idade que perderam a oportunidade de serem vacinadas anteriormente: duas doses da vacina tríplice viral;
• 10 a 29 anos -duas doses das vacina tríplice viral;
• 30 a 49 anos – uma dose da vacina tríplice viral.

Não devem receber a vacina:
• Casos suspeitos de sarampo;
• Gestantes;
• Menores de 6 meses de idade;
• Pessoas com imunidade baixa.

Você sabia?

• Antes da introdução da vacina contra a doença, em 1963, e da vacinação das populações em massa, a cada 2-3 anos eram registradas epidemias de sarampo que chegaram a causar 2,6 milhões de mortes ao ano.
• O sarampo é uma das principais causas de morte entre crianças pequenas no mundo, mesmo havendo uma vacina segura e eficaz para preveni-lo.
• Até 90% das pessoas que entram em contato com alguma pessoa com sarampo pode apresentar a doença, se não for vacinada.
• O período de contágio é estimado em 5 dias antes e até 4 dias após o surgimento das manchas vermelhas.

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Dia do Amigo – Benefícios da amizade

Dia do Amigo – Benefícios da amizade

O que faz você ser amigo de alguém? Afinidade de gostos, ideias e valores, simpatia, um propósito em comum? Por outro lado, o que faz você escolher alguém para amigo? Confiança, acolhimento, energia boa, inteligência, generosidade? Já se sabe que os efeitos de boa amizade vão muito além do bem-estar emocional. Inúmeras pesquisas mostram que construir vínculos de afeto é tão importante para o ser humano que interfere até na saúde.

Amigo faz bem para o coração. Literalmente. Em 2001, pesquisadores da Duke University Medical Center estudaram os efeitos das amizades em 430 pacientes com problemas cardíacos. Eles descobriram que pessoas com menos de quatro amigos corriam duas vezes mais risco de morrer do que aqueles com quatro ou mais.

Na pesquisa também foram avaliados fatores psicológicos e ambientais como estresse, status social, renda, tabagismo, hostilidade e a gravidade inicial da doença e, para a surpresa dos pesquisadores, nenhum deles estatisticamente foi responsável pelo aumento da taxa de mortalidade entre os pacientes “solitários”. Outra curiosidade: segundo o estudo, a partir de quatro amigos não importou o número de pessoas, os benefícios de sobrevida dos pacientes foi o mesmo. Ou seja: mais vale quatro bons amigos fiéis do que uma dezena de conhecidos!

Amigo é tão bom que ajuda até a regular nosso peso na balança. É verdade! Você já ouviu falar dos neurônios-espelho? Eles nos fazem imitar inconscientemente gestos e atitudes de quem estiver a nossa volta. Experimente bocejar numa sala cheia de gente, para ver. Logo várias pessoas estarão bocejando.

Baseados nessa premissa, os sociólogos Nicholas Christakis e James Fowler, professores de Harvard e da Universidade da California (USA) publicaram, em 2009, o livro “Conectados: O Poder Surpreendente de Nossas Redes Sociais e Como Modelam Nossas Vidas”. Nele, relatam um estudo do governo americano em Massachusetts onde, ao longo de 55 anos, 53 mil pessoas foram monitoradas para medir os índices de arteriosclerose. Foram coletados vários dados como: casamentos, separações, mudanças de endereço, laços de amizade, tabagismo, ganho e perda de peso, até índices de humor e felicidade.

Os autores notaram que há uma relação direta de mudanças físicas e comportamentais em uma mesma rede de amigos. Aí entra analogia do espelho. Quando alguém se torna obeso, amigos diretos dessa pessoa têm 45% mais risco de engordar. E os amigos destes, 20% mais chances de ganhar peso. E não termina aí: como uma rede contagiosa, os amigos destes últimos também correm 10% mais risco de ficarem mais pesados.

Outro fator de “contágio” é o tabagismo: um amigo fumante aumenta 61% a chance de você fumar, 29% o risco de um amigo seu começar e 10% de um amigo dele ir pelo mesmo caminho. Escolha bem suas amizades!

Agora, bom mesmo é saber que, se chegar à terceira idade cercado de amigos, você tem a chance de viver mais. É o que descobriram pesquisadores da Universidade Flinders, em Adelaide, na Austrália: manter boas amizades na velhice influencia mais na expectativa de vida do que ter a família por perto.

A pesquisa iniciou em 1992 e foi feita com 1.500 pessoas acima de 70 anos. Ao longo de uma década foram analisados como fatores sociais, de saúde e de estilo de vida afetaram suas taxas de sobrevivência. Constatou-se que o contato próximo com parentes teve pouco impacto, mas as pessoas que mantiveram forte rede de amigos demonstraram estatisticamente 22% mais probabilidade de estarem vivos ao final do estudo do que aqueles com fraca interação social.

A mesma pesquisa coletou dados do Estudo Longitudinal de Envelhecimento da Austrália (ALSA) e revela que, além de aumentar a expectativa de vida, amigos podem incentivar os idosos a cuidarem de sua saúde e ajudar a reduzir os sentimentos de depressão e ansiedade em momentos difíceis.
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E, para finalizar, você sabia que se um amigo próximo está feliz, a sua felicidade aumenta em 15,3%? Que tal hoje mesmo ligar para alguém querido e fazer o dia dele (e o seu) mais feliz?

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