Alimentação para ajudar o intestino funcionar

Alimentação para ajudar o intestino funcionar

Você já leu nosso artigo “Conheça seu intestino”? CLIQUE AQUI Lá você fica sabendo que caminho os alimentos percorrem dentro do seu organismo ao longo das etapas da digestão, como funciona e para que serve esse órgão tão importante do corpo humano. Agora, entenda o que você deve fazer para que seu intestino trabalhe com excelência e você tenha uma melhor saúde digestiva e maior qualidade de vida.

Veja no que investir e o que evitar:

Líquidos
O seu intestino ama líquidos, especialmente água: é algo imprescindível para seu bom funcionamento, para hidratar, ajudar na formação das fezes e eliminação de toxinas.

Invista: Beba no mínimo 2 litros de água por dia. Sucos naturais, de preferência com o sumo da fruta e não adoçados artificialmente. Boas opções são frutas com bastante água em sua consistência como melão, melancia, laranja e mamão.
Evite: Risque da sua dieta refrigerantes e sucos de caixinha ricos em açúcar, conservantes e substâncias químicas que detonam as bactérias do bem, que habitam sua macrobiota (flora intestinal), abrindo espaço para que as bactérias perigosas se multipliquem.

Frutas
Frutas são muito bem-vindas à alimentação, contudo algumas “soltam” e outras “prendem” o intestino em função das suas fibras. As fibras insolúveis em água ajudam a aumentar o bolo fecal e aceleram o intestino (soltam). Já as solúveis reduzem a absorção de gordura (prendem).

Para “soltar”, invista em: banana d’água, banana nanica, mamão, manga, acerola, abacaxi, damasco, kiwi, jaca, abacate, figo, laranja e mexerica (coma com bagaço), uva passa e ameixa seca, também conhecida como laxante natural.
Para “prender”, invista em: banana-da-terra, banana-maçã, banana-prata, maçã e pera (sem cascas), caju, limão e goiaba.

Invista em Hortaliças & Cia
Hortaliças e legumes: (de preferência com a casca): alho, cebola, beterraba, batata doce, pepino, berinjela, brócolis, aspargos, alcachofra.

Verduras: preferencialmente cruas como alface, agrião, rúcula, chicória, espinafre, repolho, acelga, almeirão, escarola.
Leguminosas: feijão, lentilha, grão de bico, soja, vagem, ervilha.

Farinhas e cereais
Invista: farelo de aveia, farelo de trigo, gérmen de trigo, linhaça, chia, pão integral, arroz integral.
Evite: Cereais refinados, arroz branco, amido de milho, polvilho, biscoitos (inclusive a bolacha “água e sal”), pães brancos, farinha de mandioca.

Chocolate
Invista: Chocolates com 70% de cacau.
Evite: Chocolates ao leite e versões ricas em açúcar podem causar gases (doces em geral podem prejudicar o bom funcionamento do seu intestino).

Leites e derivados
Invista: Iogurtes e leites fermentados com adição de lactobacillus e bifidubactérias, que são os chamados alimentos probióticos com micro-organismos vivos que beneficiam a flora intestinal.
Evite: Leite integral, queijos gordos como parmesão, provolone, gorgonzola, roquefort.

É bom ressaltar que cada organismo tem respostas e necessidades diferentes quanto à alimentação. Para montar uma dieta adequada ao seu tipo físico e estilo de vida, marque uma consulta com um nutricionista através do aplicativo da filóo. É prático, rápido e cabe no seu bolso. Invista na sua saúde!

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Conheça seu Intestino

Conheça seu Intestino

Bate a fome. Você vai até a fruteira, pega uma maçã, lava, dá uma mordida. Em poucos minutos, sua missão está cumprida, volta aos seus afazeres e vida que segue. Externamente, está tudo calmo, mas você tem ideia da revolução que está ocorrendo dentro do seu organismo?

No caminho que o alimento faz pelo seu sistema digestivo, através das etapas da digestão até a saciedade e a efetiva nutrição, há um órgão de extrema importância: o intestino. É ali que se dará a operação do que o corpo irá aproveitar e o que descartará. Mas é muito mais que isso.

O caminho da comida
Tudo começa na boca, onde a mastigação reduz os alimentos para que, com a ajuda da saliva, a deglutição seja facilitada. Literalmente, goela abaixo, o alimento é empurrado por movimentos peristálticos involuntários através do canal do esôfago até o estômago. Ao chegar lá, num processo de pré-digestão, receberá uma chuva de sucos gástricos com enzimas que transformarão o bolo alimentar em quimo. E iniciará o processo de digestão das proteínas. Tudo dissolvido, próxima etapa?

Funções do intestino
Constituído de dois segmentos, delgado e o grosso, o intestino é responsável pela absorção dos nutrientes e, posteriormente, pela produção do bolo fecal. É basicamente a fábrica de reciclagem do seu corpo.

Intestino delgado – Dividido em três partes (duodeno, jejuno e íleo), é a primeira “parada” do alimento depois de passar pelo estômago. Ali o bolo alimentar (quimo) cai numa extensa “esteira” (entre 6 e 9 metros de comprimento) com paredes revestidas de mucosa e vilosidades que vão absorvendo todos os nutrientes, enquanto recebe uma chuva de bile (produzida no fígado) e suco pancreático (do pâncreas), que ajudam a quebrar as moléculas de gordura. Aos poucos, com o auxílio do suco intestinal, o quimo vai se transformando em quilo, “produto” final (líquido) pronto para ser despejado no intestino grosso.

Intestino grosso – Com 1,5 metro de comprimento, dividido em ceco, cólon e reto, no intestino grosso é absorvida a água restante do quilo. Possui uma rica microbiota bacteriana (a famosa flora intestinal) que “quebra” os carboidratos complexos, sintetiza vitaminas e o que mais restar de substâncias aproveitáveis ao organismo. E, finalmente, tudo se transforma em bolo fecal, ou seja, nas fezes, que são expelidas pelo organismo completando o ciclo da digestão. Um ciclo que leva em torno de 12 horas para finalizar.

A importância da flora intestinal

Nosso intestino possui uma verdadeira população de microorganismos (calcula-se 390 trilhões, que representam até 1,5 kg do nosso peso corporal). São bactérias do bem que têm papel de destaque na digestão e, também, no equilíbrio da imunidade, entre outras funções.

Parte importante do processo de digestão, a microbiota é muito mais abrangente do que se imagina. “Há fortes evidências de que elas podem ser determinantes numa parcela da população que vai desenvolver certas doenças da idade adulta e velhice, como obesidade, diabetes ou até mesmo quadros depressivos, em alguns casos”, afirma o Gastroenterologista, Dr. Marcon Censoni A. Lima (CRM-SP 95.746).

A alimentação influencia diretamente a qualidade da microbiota, que se nutre dos prebióticos (não probióticos) encontrados naturalmente em vários alimentos. Em outras palavras, o bom funcionamento do seu intestino depende diretamente do que você come.

Intestino preso

Afastadas causas hormonais e anatômicas do mau funcionamento dos colons (intestino grosso), segundo o Dr. Marcon há basicamente três medidas que você pode adotar para evitar a dificuldade de evacuar, o chamado “intestino preso”:

– Beba mais líquidos (2-3 litros/dia)
– Inclua fibras na sua alimentação (1 prato inteiro de folhas e legumes em cada refeição)
– Pratique exercícios físicos regularmente

Cuide bem do seu intestino e, caso surja alguma dúvida ou precise de orientações, entre em contato com as consultoras filóo. Elas estão preparadas para ajudar você a ter uma vida mais leve e feliz.

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Viva leve, sem estresse

Viva leve, sem estresse

Quando se pensa em estresse, o que nos vem à mente é uma situação de exaustão ou nervosismo. Na verdade, se trata de um mecanismo fisiológico que ocorre quando a pessoa se sente ameaçada e nosso organismo ativa o sistema de luta ou fuga que liberará uma série de mediadores químicos (entre eles, a adrenalina e o cortisol). O corpo se prepara para grandes esforços, os batimentos cardíacos e a pressão arterial aumentam, o sangue é desviado para os músculos que ficam prontos para agir na emergência.

Porém, apesar do preparo para o combate, não saímos correndo, nem lutamos. Com o tempo, esse “ligar e desligar” do sistema de sobrevivência sem necessidade real de uso faz com que o nosso organismo fique em constante estado de alerta e isso causa danos à saúde.

Níveis de estresse

O estresse pode avançar em quatro estágios:
• Fase do alerta;
• Fase da resistência;
• Fase da quase-exaustão;
• Fase da exaustão.

Na fase inicial, o estresse eleva o ânimo, a produtividade, o vigor, a criatividade e a energia. Quando conseguimos manejá-lo, ou seja, intercalar picos de atividade com descanso, podemos colher benefícios desse sistema . Porém, se não respeitamos o tempo necessário para a recuperação e estabilização do sistema, e forçamos um ritmo sem pausas, o estresse passa a se acumular e torna-se prejudicial a partir da fase de quase-exaustão, quando o organismo começa a perder o controle e dá respostas físicas e mentais de acordo com os estímulos externos aos quais a pessoa se mantêm exposta.

Causas do Estresse

O que irá definir se algum acontecimento é um fator estressante ou não será o significado desse fato e como a pessoa em questão irá conseguir lidar com ele. Ou seja, não é o fato em si que causa estresse, mas como reagimos ao fato.
Os fatores estressantes podem ser dividir em:
• Internos: relacionados à personalidade (exemplo: perfeccionismo)
• Externos: relacionados ao ambiente, mudanças que resultam em adaptações (exemplo: nascimento de um filho, mudança de emprego, doença ou falecimento de pessoas queridas, divórcio, casamento, prisão, aposentadoria, gravidez, problemas com o chefe, grandes conquistas pessoais, entre outros).

Sintomas do Estresse

Veja quais são os sintomas de casa da fase do estresse:

Fase de Alerta
• Sono: Dificuldade em dormir elevada;
• Sexo: Alta libido;
• Trabalho: Aumento na produtividade e criatividade;
• Corpo: Apresenta tensão muscular, taquicardia, sudorese, insônia, falta de apetite, tensão na região da mandíbula, respiração de forma ofegante;
• Humor: Euforia e irritabilidade.

Fase de Resistência
• Sono: Sem alterações;
• Sexo: Redução na libido;
• Trabalho: relação entre a produtividade e criatividade tendem a voltar ao normal;
• Corpo: Sensação de cansaço mesmo com o sono normalizado (devido ao esforço em resistir ao estresse), problemas de memórias;
• Humor: tedioso.

Fase de Quase-exaustão
• Sono: Insônia;
• Sexo: Baixa libido;
• Trabalho: A produtividade e a criatividade reduzem de maneira significativa;
• Corpo: Sensação de cansaço e desgaste. Muitos problemas de memória, englobando até situações recentes, queda da imunidade, surgem doenças, ansiedade extrema, distúrbios menstruais;
• Humor: desânimo, redução no interesse em socialização, crise de pânico.

Fase de Exaustão do Estresse
• Sono: Alto nível de insônia;
• Sexo: Sem libido;
• Trabalho: Não consegue mais trabalhar como normalmente, dificuldade na concentração;
• Corpo: Grande sensação de cansaço e desgaste, desenvolvimento de doenças como depressão, úlceras, hipertensão arterial sistêmica, diabetes, enfarte, psoríase, entre outras;
• Humor: isolamento social, apatia e vontade de morrer.

Além desses sintomas pode-se notar com frequência em qualquer estágio:
• Ganho ou perda de peso;
• Dor de cabeça, dores musculares;
• Tristeza, angústia;
• Queda de cabelo, problemas de pele;
• Prisão de ventre ou diarreia;
• Gripes ou infecções (inclusive ginecológicas);
• Má digestão, gastrite;
• Impotência sexual;
• Bruxismo;
• Incapacidade no domínio das emoções;
• Sudorese intensa;
• Isolamento;
• Hipertensão;
• Medo;
• Roer unhas.

Tratamento do Estresse
O tratamento do estresse deve ser direcionado para três pilares: administração dos fatores estressantes, aumentar a resistência ao estresse e trabalhar a maneira como os encara. O primeiro passo é identificar a causa, ou seja, quais são os fatores externos que possam gerar o estresse. Depois, criar estratégias para administrar esses fatores e os sentimentos gerados. Por fim, é recomendado investir em psicoterapia para trabalhar a maneira com a qual se enxerga os acontecimentos. Em alguns casos, a consulta com um psiquiatra se faz necessário.

Em paralelo, para criar resistência aos fatores estressantes, é preciso manter o organismo saudável: dormir bem, consumir alimentos saudáveis, praticar atividade física, buscar momentos de prazer e relaxamento e evitar substâncias tóxicas ou estimulantes.

Prevenção do Estresse

Para evitar que o estresse chegue aos estágios avançados prejudiciais à saúde, algumas atitudes precisam ser tomadas:
• Aceite o que não pode ser mudado, mude o que pode. Por exemplo, se não tem como fugir do trânsito, que tal colocar uma boa música, para que tempo passe mais rápido?

• Faça coisas que gerem bem-estar: além dos deveres e responsabilidades, busque atividades que tragam satisfação pessoal. Faça uma lista do que traz felicidade e escolha duas ou três para realizar toda semana, como passear com a família, brincar com o cachorro, entrar em contato com a natureza, se exercitar, viajar.

• Comemore as pequenas vitórias: sempre que conquistar algo, comemore. Assim, seu foco se mantém positivo e você evita a cobrança pessoal, que só mostrará o que falta atingir ou realizar. Faça uma lista das suas conquistas e deixe que o lado positivo da vida floresça.

• Busque desenvolver hobbies que não tenham relação com seu trabalho, para que não haja cobrança (por exemplo, faça crochê, tricô, pintura, atividade física).

• Consulte seu médico regularmente para check-ups e exames de rotina, para manter a saúde em dia. Se cuidar faz bem.

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Dia Internacional do Diabético – Esclareça suas dúvidas sobre Diabetes

Dia Internacional do Diabético – Esclareça suas dúvidas sobre Diabetes

O diabetes é uma epidemia global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença atinge 1 em cada 11 pessoas no mundo. No Brasil, já são 16 milhões, um crescimento de 61,8% de diagnósticos nos últimos dez anos, levando o título de 4º lugar entre os países com o maior número de casos, atrás apenas da China, da Índia e dos Estados Unidos. O mais preocupante? Por falta de controle glicêmico da população, 50% dos diabéticos brasileiros desconhecem que têm a doença. Daí a importância do Dia Internacional do Diabético, um alerta a cada 27 de junho.

Diabetes Mellitus é uma doença crônica caracterizada pelo aumento de glicose no sangue, o que pode provocar danos nos rins, causar cegueira e levar à amputação de membros inferiores (já ouviu falar de pé diabético?), entre outras complicações. Esta doença ocorre quando o pâncreas, órgão importante na produção de hormônios essenciais para nosso organismo, não produz os níveis suficientes de insulina, hormônio que controla o açúcar no sangue, responsável por levá-lo para dentro das células para ser utilizado como fonte de energia para o corpo.

Diagnóstico do diabetes

O diagnóstico pode ser feito através de um exame de sangue rápido e indolor: uma gota retirada de um dedo já mostra se há alteração na taxa glicêmica. Em três minutos sai o resultado primário. Caso positivo, outros exames clínicos e laboratoriais serão pedidos para confirmar o diagnóstico de diabetes e iniciar o tratamento.


Classificação do Diabetes

Diabetes Tipo 1 (DM 1) – Processo autoimune, quando o próprio corpo destrói as células pancreáticas deixando pouca ou nenhuma insulina liberada no corpo, ocorrendo a hiperglicemia. Doença crônica hereditária, geralmente ocorre na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticada em adultos. Diabéticos do tipo 1 precisam tomar insulina diariamente para regular a glicose.

Diabetes Tipo 2 (DM 2) – Ocorre quando o organismo não usa de forma adequada (resistência à insulina) ou não produz a quantidade suficiente de insulina. Geralmente ocorre em adultos, mas pode ser diagnosticada em crianças, e está relacionado ao sobrepeso, sedentarismo e hábitos alimentares pouco saudáveis. Cerca de 90% dos diabéticos brasileiros se enquadram nesta categoria. A boa notícia? Pode ser controlado com atividade física e reeducação alimentar. Em alguns casos, porém, requer a administração de medicamentos.

Diabetes Gestacional – Durante a gestação, devido às mudanças hormonais, o pâncreas altera a produção de insulina e em algumas mulheres esta alteração ocasiona o diabetes. Toda gestante deve fazer o exame de diabetes ao longo do pré-natal, para evitar risco de complicações durante a gravidez e o parto, e do desenvolvimento posterior da doença tanto para a mãe quanto para o bebê.

Pré-Diabetes – Fase anterior ao diabetes, com a glicose alterada, mas não o suficiente para diagnosticar a doença.

São sintomas do Diabetes (porém a maioria das pessoas são assintomáticas):

• Boca seca
• Sede
• Aumento de apetite
• Aumento no número de micções (urina)
• Perda rápida de peso
• Cansaço

Na maioria das vezes, não causa sintoma algum e é diagnosticada somente ao realizar exame de sangue. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, hoje é considerado o diagnóstico no exame de sangue em jejum com valor maior ou igual a 126 mg/dL.

Complicações

As seguintes complicações podem ocorrer caso não exista um cuidado adequado com a saúde, aumentando as chances de uma pessoa desenvolver a doença:

• Problemas renais
• Alterações cardíacas (infarto do miocárdio) e cerebrais (derrame)
• Danos aos nervos (neuropatia)
• Problemas na circulação sanguínea, principalmente nas pernas
• Dificuldade na cicatrização de feridas
• Problemas oculares (glaucoma, catarata, retinopatia).

É muito importante manter um acompanhamento médico regular para:

• Orientação nutricional adequada;
• Evitar complicações (listadas acima);
• Como usar insulina, as canetas ou outros medicamentos;
• Como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina;
• Orientações sobre atividade física;
• Orientações de como proceder em situações de hipoglicemia (açúcar baixa no sangue) e de hiperglicemia.

Para colaborar com a sua saúde, você sabia que alguns medicamentos para diabetes são fornecidos gratuitamente pelo SUS e farmácia popular? AQUI, você pode conferir essa lista de medicamentos.

Além disso, através do aplicativo filóo você pode solicitar sua consulta preventiva com valor acessível e realizar, quando necessário, exames periódicos com desconto, como o de avaliação de taxas de glicose no sangue, sem se privar das vantagens, qualidade e conforto do atendimento particular.

É bom lembrar que praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar consumo de álcool, tabaco e outras drogas são atitudes preventivas. Ou seja: obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada são agravantes para esta doença.

As filóos, suas consultoras de saúde, estão disponíveis para esclarecer suas dúvidas e orientar o melhor caminho para cuidar da sua saúde, respeitando suas possibilidades, disponibilidade e preferências. Cuide da sua saúde. Se cuidar faz bem.

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Truques de culinária para quem é diabético

Truques de culinária para quem é diabético

Foi-se o tempo em que ter diabetes significava levar uma vida de privações alimentares e desejos reprimidos por doces. Sim, é verdade que esta doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue, que ocorre quando há deficiência na produção do hormônio insulina pelo pâncreas, demanda atenção especial. Mas hoje há uma variedade extensa de alimentos no mercado que tornam possível ao diabético, com um pouquinho de criatividade, comer de tudo.

Consultamos a Débora Vianna Rossi (CRN3 37893), nutricionista da filóo, que ensina truques para adoçar o dia a dia de quem deve evitar açúcar. Confira:

FRUTAS: As frutas são liberadas, mas todas contêm seu açúcar natural, chamado de frutose. É interessante consumir as de baixo índice glicêmico, que significa que a frutose tem uma absorção mais lenta, o que evita picos glicêmicos. Por exemplo: pêssego, pera, ameixa, goiaba, maçã, laranja (essa três últimas têm fibras solúveis, que ajudam no controle da glicose).

A recomendação sobre o consumo de frutas por diabéticos é ingerir até três unidades ao longo do dia, em horários diferentes. Outra dica que ajuda muito é o consumo em conjunto com alimentos ricos em fibra (como aveia e granola diet), pois retarda a absorção desse açúcar.

CHOCOLATE: Uma boa prática é substituir o achocolatado por cacau em pó. Em barras, opte pelo chocolate diet.

MASSA DO BOLO: Substitua a farinha branca pela integral, farelo de aveia ou de trigo para que a absorção do açúcar presente nos alimentos seja mais lenta.

RECHEIOS: Doce de leite e leite condensado podem ser trocados pelas opções “diet”, mas preste atenção ao rótulo, pois a indicação “diet” nem sempre se refere ao açúcar, pode ser redução de sódio, por exemplo.

ADOÇANTES: Para sobremesas, no lugar do açúcar você pode utilizar stévia ou sucralose, que proporcionam um sabor doce e são isentos de calorias, o que auxilia também no controle do peso.

DICA: É interessante preparar doces e bolos com frutas cítricas para que se mantenha mais facilmente o sabor. Entre elas: limão, laranja, abacaxi, morango, ameixa, maracujá, kiwi.

SUGESTÃO DE CARDÁPIO

A nutricionista da filóo sugere, ainda, um exemplo de cardápio para o dia a dia, mas ressalta: “as particularidades e quantidades vão variar de acordo com cada pessoa. É recomendável ao diabético comer a cada três horas, sempre contendo alimentos ricos em fibras”, recomenda.

CAFÉ DA MANHÃ

– 1 xícara de leite com café e adoçante
– 2 fatias de pão integral
– 1 ponta de faca de margarina

LANCHE DA MANHÃ

– 1 fatia de mamão com aveia (frutas podem ser consumidas tanto no café da manhã, como nos lanches intermediários)

ALMOÇO

– 1 e ½ colher de arroz integral
– ½ concha de feijão
– ½ prato de verduras e legumes
– 1 bife grelhado ou cozido

Uma dica interessante é polvilhar gergelim ou linhaça em cima da cenoura e da beterraba para que o consumo não seja impedido – porém, a ingestão destes dois legumes deve se manter baixa.

LANCHE DA TARDE

– 1 copo de Iogurte diet com 2 colheres de sobremesa de granola diet

JANTAR

– ½ prato de verduras e legumes
– ½ batata doce cozida (a batata doce tem mais fibra que a batata inglesa)
– 1 filé de peixe grelhado

Importante: consulte seu médico para acompanhar seu tratamento e um nutricionista para adequar a sua alimentação ao seu tipo de Diabetes. Se cuidar faz bem.

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