Cuide bem do seu coração

Cuide bem do seu coração

Você tem um prato em forma de coração? Providencie. Um bem lindo, para enfeitar a sua mesa e lembrar a você que tudo o que coloca ali interfere na sua saúde. Neste Dia dos Namorados, selecionamos sete recomendações para o seu coração continuar a bater firme e forte por quem você ama.

1. INVISTA EM ALIMENTOS AMIGOS DO CORAÇÃO, ricos em antioxidantes, fibras e gorduras monoinsaturadas ou poli-insaturadas. Incentivamos o amor livre por: peixes (atum, sardinha, salmão), azeite de oliva, alho, aveia, linhaça, soja (feijão de soja, tofu, leite de soja, etc), tomate, frutas vermelhas, abacate, suco de uva. Sim, pode brindar com uma taça de vinho que faz bem.

2. FUJA DOS INIMIGOS, eles não te amam: sal (atenção aos alimentos industrializados com excesso de sódio como sopas e massas instantâneas, temperos prontos, salgadinhos, enlatados, conservas), açúcares (refrigerantes, pães, chocolates, guloseimas), gorduras saturadas e colesterol (gordura animal, dendê, banha, frutos do mar, leite e laticínios integrais, queijos amarelos, frios e embutidos), gorduras trans (biscoitos recheados, sorvetes, molhos prontos).

3. DIETA MEDITERRÂNEA, se puder, case com ela: um estudo publicado no British Jornal of Nutrition, feito por especialistas do Instituto Neurológico Mediterrâneo Neuromed, em Pozzilli, na Itália, concluiu que há uma queda de 25% da mortalidade, de todas as causas (sobretudo as cardiovasculares e cerebrovasculares), para quem adota a dieta mediterrânea (rica em frutas, legumes, peixes, azeites e cereais, oleaginosas, pouca carne vermelha e produtos lácteos, e consumo moderado de vinho com as refeições). O nome refere-se aos hábitos alimentares comuns no sul da Itália, Grécia, França e Espanha.

A pesquisa, feita com 12 mil idosos a partir de 65 anos, revelou que quanto mais próxima da dieta mediterrânea era a alimentação diária da pessoa, menores os riscos de mortalidade. E mais: que não importa se a dieta foi seguida a vida toda ou adquirida na velhice, os benefícios são os mesmos. Ou seja: ainda dá tempo de cair de amores. Ame e se ame mais!

4. EXERCITE-SE: Praticar atividades físicas pelo menos três vezes por semana traz benefícios à condição cardiovascular, estimula a circulação sanguínea, reduz a incidência de varizes, o risco de trombose (coágulos de sangue no sistema sanguíneo), as chances de sequelas graves em casos de infarto ou AVC, previne a atrofia muscular, ufa! Parece bom demais pra ser verdade, não? Acredite, só há boas intenções por trás dessa proposta. Aceita?

5. SÓ QUERO QUE VOCÊ ME AQUEÇA NESTE INVERNO: a música é do Roberto Carlos, mas imagine que é seu coração cantando pra você. No inverno, seu coração precisa trabalhar mais para manter o equilibro térmico, sobrecarregando o sistema cardiovascular. Com o frio, os vasos sanguíneos se contraem e aí, já viu, o sangue sofre para circular e a pressão arterial aumenta. Por isso, cuidado redobrado! Leia a próxima dica.

6. CHECK-UP ANUAL: Os exames cardiovasculares dependem da idade e do histórico de saúde do paciente. Mas dentre eles estão: medir pressão arterial, o colesterol e a glicemia. Marque sua consulta anual e tire suas dúvidas com uma das consultoras filóo. Prevenção é amor-próprio.

7. ABANDONE O CIGARRO, a gente sabe, encerrar uma relação é difícil, mas acredite, esta não lhe faz bem. Fumar aumenta em 70% o risco de sofrer um infarto e favorece a formação de coágulos que podem levar a um derrame cerebral (o risco aumenta para quem toma pílula anticoncepcional): 25% dos casos de infarto agudo do miocárdio e quase metade dos derrames são causados por cigarro. Não morra por este amor. Veja AQUI como parar de fumar.

E nunca é tarde lembrar: o maior amor da sua vida é você mesmo. Cuide bem do seu coração. Se cuidar faz bem.

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Receita de molho de tomate caseiro

Receita de molho de tomate caseiro

Agora que você já sabe os benefícios de substituir produtos industrializados por naturais (leia AQUI), que tal colocar em prática a sua versão mais saudável? Para dar aquele empurrãozinho amigo, ensinamos uma receita de molho de tomate caseiro, que pode ser a base para várias criações culinárias. E o bacana: você pode congelar e usar quando precisar!

Ingredientes:

– 1kg tomates italianos (aqueles mais compridos/ovais)
– 2 cebolas grandes
– 3 colheres de sopa de azeite
– Sal e pimenta do reino a gosto

Como fazer:

A primeira etapa é preparar os tomates pelati. Coloque uma panela de água para ferver. Em paralelo, lave os tomates e, em cada um, com uma faca faça um “X” numa das pontas e um risco até o outro lado. Pegue uma vasilha grande com bastante gelo e deixe por perto. A água ferveu? Vá colocando os tomates e, assim que começarem a “soltar” a pele, retire com uma escumadeira e jogue na vasilha com gelo para dar um “choque térmico”. Tire a casca (estará bem fácil de puxar) e as sementes. Reserve.

A segunda etapa é preparar o molho. Corte as cebolas em fatias finas e frite no azeite até dourar. Bata os tomates em um liquidificador (se preferir, use o modo “pulse” para deixar pedaços maiores) e despeje na panela. Quando ferver, baixe o fogo e deixe por 1h30 a 2 horas, mexendo a cada 10 minutos.

Dica (acidez): Coloque uma cenoura inteira descascada dentro da panela, isso tira acidez e fica uma delícia. Se ainda achar ácido o molho, uma pitada de açúcar é bem-vinda.

Dica (congelar): Depois de pronto, divida o conteúdo em potinhos de vidro com tampa hermética (bem lacrado) e leve ao congelador. Como o molho expande, não encha até em cima, deixa aproximadamente 1/5 do pote vazio.
Validade: na geladeira, dura 15 dias. No freezer, até 3 meses.

Um brinde à sua saúde!

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Você é o que você come

Você é o que você come

Você mora num apartamento e decide se mudar. Contrata caminhão de mudança, vai para outro bairro. Em dois anos, recebe uma proposta de trabalho em outra cidade. Empacota tudo, e lá vai você. Mais dois anos, é hora de tentar a vida no exterior. E o ponto onde queremos chegar é: o que há em comum entre todos os lugares que já morou?

Você. Não importa onde vá, o seu corpo vai com você e é, em primeira e última instância, a sua única casa. É nele que você habita do momento em que nasce ao último suspiro. Tudo o que colocar pra dentro, do nutriente mais saudável ao agrotóxico mais nocivo, é a sua “mobília”. O que é bom, seu organismo absorve, o que não quer mais vai embora, o que não dá pra reciclar, adivinha? Fica.

Fica e se transforma em você, no que você vai ser daqui a dez, vinte, cinquenta anos. Então, que tal começar a se cuidar bem? O primeiro passo é conhecer a diferença entre produtos industrializados e naturais, e os processos que passam para chegar até a prateleira da venda e, depois, à sua mesa.

Alimentos industrializados X In natura

Há quatro categorias principais de alimentos: in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. “Os in natura englobam aqueles obtidos por meio de plantas ou animais, que não passaram por processamento”, explica a Dra. Débora Vianna Rossi (CRN3 37893), nutricionista da filóo. Eles se dividem:

In natura
• Orgânicos: Possuem maior valor nutricional. O selo de qualidade tem a ver com a forma de produção: com adubos naturais, sem agrotóxicos ou sementes transgênicas. Se de origem animal, os animais são criados livres, sem confinamento e sem medicamentos alopáticos.
• Hidropônicos: Cultivados em água, com adubos químicos poluentes que contêm no máximo 10 nutrientes, como nitrogênio, fósforo e potássio. Em comparação, os orgânicos oferecem até 45 nutrientes.
• Integrais: Alimentos minimamente processados, sem aditivos químicos (corantes artificiais, conservantes, espessantes, aromatizantes), nem adição artificial de vitaminas ou minerais.
• Convencionais: Alimentos como frutas, legumes e verduras derivados da agricultura convencional, com algum traço de adubos químicos, pesticidas e conservantes.

Alimentos industrializados
• Minimamente processados: Alimentos que passaram por alterações mínimas em moagens, secagens, pasteurização. Ex. arroz, feijão, leite, especiarias, massas, café, cereais, etc.

• Processados: Têm adição de sal, açúcar, óleo ou vinagre. Ex.: enlatados e conservas, extratos de tomate, frutas em calda e cristalizadas, castanhas açucaradas, carne salgadas, queijos e pães (feitos com farinha de trigo, leveduras, água e sal). Limite o consumo.

• Ultraprocessados: Formulações com cinco ou mais ingredientes. Ricos em calorias, açúcar, gorduras, sal e aditivos químicos, com sabor realçado e maior prazo de validade. Ex.: salsichas, biscoitos, cereais matinais, barras de cereais, sopas e macarrão e temperos “instantâneos”, salgadinhos, refrigerantes, achocolatados, bebidas lácteas adoçadas, congelados, etc. Evite o consumo.

“Os alimentos industrializados estão amplamente conectados com o desenvolvimento de doenças cardíacas, obesidade e diabetes. Já os in natura possuem vitaminas, minerais, proteína e fibras que melhoram a saciedade, contribuem para a manutenção dos níveis de glicose (açúcar) no sangue, para a redução do colesterol e o melhor funcionamento intestinal e evitam alguns tipos de câncer”, explica a Dra. Debora.

Descasque mais, abra menos
Muitas vezes, a preguiça de preparar o alimento natural somado à praticidade de abrir uma embalagem leva a melhor e a sua saúde, a pior. Um exemplo? Milho enlatado. Descascar a espiga, esperar ferver a água, cozinhar o milho e debulhar… Tão mais rápido abrir a lata e despejar o conteúdo na receita!

“É importante desenvolver o lema ‘descasque mais e abra menos’. Para facilitar o consumo no dia a dia, é possível higienizar os alimentos assim que forem adquiridos, isso previne a ‘preguiça’ de lavar a salada em determinados momentos, como a pressa para consumi-los”, dá a dica Dra. Debora.

Segundo a nutricionista, após a higienização pode-se cortar as frutas e/ou cozinhar os legumes e congelá-los, com prazo de congelamento de um a três meses: “É possível retirar do congelador momentos antes de consumir, no caso de frutas, verduras e legumes. Carnes e outros alimentos poderão ser esquentados diretamente no micro-ondas”.

Outra dica é o consumo de oleaginosas. “Castanha, avelã, amendoim, pistache (sem sal ou açúcar) são simples e práticos, podem ser levados na bolsa sem necessidade de armazenamento. Um lanche que pode ser consumido rapidamente, promove saciedade e fornece ômega-3, um anti-inflamatório natural”, recomenda Dra. Debora.

Guia Alimentar da População Brasileira

Em 2014, o Ministério da Saúde lançou o Guia Alimentar para a População Brasileira. Saindo do lugar comum de considerar, para uma dieta saudável, apenas a ingestão de nutrientes, porções e grupos alimentares, o guia inovou ao incluir recomendações sobre a escolha dos alimentos, o preparo, a comensalidade e a superação de obstáculos com relação ao momento de comer – horários regulares, locais apropriados, evitar distrações ao desfrutar os alimentos, comer em companhia, entre outros.

Vale a pena conhecer: https://bit.ly/20bv8cb

Saúde nada mais é do que um selo de qualidade: você está se cuidando. Conte com a gente nessa missão. Se cuidar faz bem.

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Dicas de manipulação, higiene e conservação dos alimentos

Dicas de manipulação, higiene e conservação dos alimentos

Não basta apenas manter uma alimentação natural, para que ela seja também saudável é preciso manter alguns cuidados de manipulação, higiene e conservação dos alimentos. Siga essas dicas:

– Lave sempre as mãos antes de pegar qualquer alimento.

– Higienização de verduras, legumes e frutas:
Para eliminar bactérias e larvas: vinagre ou água sanitária (verifique se tem registro no Ministério da Saúde) em água filtrada ou fervida. A proporção é de uma colher de sopa para cada litro (não use alvejantes ou tira-manchas). Deixe de molho por 15 minutos e enxágue em água corrente. Isso retardará também o processo de deterioração.

Para eliminar agrotóxicos: consuma produtos orgânicos e, se não for possível, lave os alimentos com 10 gramas de bicarbonato por litro de água por 10 minutos.

– Sobras de comida: armazene em vidros fechados ou embalagens plásticas vedadas na geladeira, com temperatura igual ou menor que 10°C.

– Evite tábuas de madeira e colheres de pau, que acumulam micro-organismos em suas fibras, prefira os de plástico.

– Refrigere sempre: leite e derivados (iogurte, queijo, manteiga e margarina), ovos, carne e embutidos (salsicha, linguiça, presunto), frutas e hortaliças já maduros (que não serão consumidos imediatamente).

– Só descongele carnes se for cozinhar no mesmo dia. Evite deixar carnes cruas na geladeira mais do que 24 horas.

– Dica: quanto mais alta a prateleira da geladeira, mais fria. Coloque ali alimentos mais perecíveis como carnes, leite e derivados.

– Não misture alimentos crus e cozidos na mesma prateleira, os crus podem contaminar os cozidos.

– Uma vez descongelados, não congele novamente: carnes, aves, peixes e hortaliças.

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Como se alimentar para cuidar bem dos músculos

Como se alimentar para cuidar bem dos músculos

Agora que você entendeu a importância dos músculos para a sua saúde, vamos falar sobre como mantê-los em forma através de uma alimentação adequada aliada à prática de exercícios físicos.

Em nossa alimentação há os chamados macronutrientes e micronutrientes. Os macronutrientes são os carboidratos, proteínas e gorduras. A divisão diária entre eles deve compor 50 a 60%; 15 a 20%; e 25 a 30%, respectivamente. Já os micronutrientes, englobam as vitaminas e minerais. Ou seja, para que haja o aumento de massa muscular, com a contribuição da dieta, é preciso manter variedade no consumo de proteínas, carboidratos, gorduras, legumes e frutas.

Carboidratos

Em primeiro lugar, fuja das dietas restritivas. Muitas vezes achamos que a melhor forma de conquistar um corpo definido é cortar todas fontes de carboidratos. Mas se não houver a ingestão destes alimentos, gorduras poli e monoinsaturadas, todo o anabolismo e ganho de massa muscular é prejudicado.

O consumo do carboidrato é essencial para o processo de construção dos músculos, é ele que fornece energia para o organismo e irá repor o glicogênio e auxiliar na recuperação do tecido muscular.

Consuma carboidratos antes e depois dos treinos

Antes do treino: prefira alimentos com baixo índice glicêmico e coma no máximo 45 minutos antes de começar a se exercitar para evitar a fadiga durante o treino.

Depois do treino: dê preferência a alimentos de alto índice glicêmico associados a proteínas de lenta absorção como ovos e carnes magras grelhadas. Atenção: quando o intuito é aumentar a massa magra, o corpo necessita das proteínas e dos carboidratos no pós-treino. Não adianta tomar shake proteico livre de carboidratos visando ganho de massa muscular.

Outro fator importante é a liberação de um hormônio potencialmente formador de massa magra: a insulina, estimulada com o exercício físico. Por isso, os carboidratos de alto índice glicêmico, ou seja, alimentos que têm o seu açúcar facilmente absorvidos e utilizados pelo organismo são necessários após se exercitar.

Há carboidratos simples, complexos e integrais. Os simples são: açúcar, xarope de milho, mel, refrigerantes e pão branco, por exemplo. Já os complexos são as melhores opções, pois a absorção é lenta, o que evita o armazenamento do açúcar do alimento em forma de gordura. Alguns exemplos desse tipo são: arroz integral, pão integral, cereal, aveia, batata doce.

Gorduras

As gorduras boas são os alimentos ricos em gorduras mono e poli-insaturadas. Seu consumo é essencial na dieta para ganho de massa muscular, pois são responsáveis pelo controle de hormônios que impactam no desenvolvimento da musculatura, como por exemplo, reduz o cortisol e eleva os níveis de testosterona. Atum, salmão, bacalhau, sardinha, nozes, pistache, avelãs e amêndoas, óleo de canola, linhaça e chia, são bons exemplos de gorduras mono e poli-insaturadas.

Invista em proteínas

As proteínas são responsáveis pelo reparo e construção das fibras musculares, que são lesadas durante o exercício. Mas atenção: o excesso de proteínas não será absorvido pelo organismo, pois as células absorvem uma quantidade certa e o excedente poderá ser convertido em gordura corporal. As melhores fontes de proteínas, provenientes de fontes animais, são as carnes, aves, peixes, leite e derivados, ovos, produtos de Whey Protein e seus derivados.

Muitas dietas dão ênfase a seu consumo, mas que quantidades diárias que devemos ingerir durante o processo de ganho de massa muscular? Introduza 1 porção de proteína em todas as refeições, 1 porção equivale a:

• 1 copo de leite desnatado = 1 copo de iogurte = 1 copo de extrato de soja = 2 colheres de sopa de leite em pó
• 1 filé de frango (150g) = 1 bife (150 g) = 1 filé de peixe grande (150g) = 4 colheres de sopa de carne moída
• 1 ovo de galinha = 2 ovos de codorna

Lembre-se: antes de iniciar qualquer plano para utilizar alimentos para ganhar massa muscular procure ajuda de um profissional de nutrição. Este é o único profissional que poderá adequar a sua dieta para o ganho de massa muscular com ajuda da alimentação.

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