Câncer de Pele: previna-se!

Câncer de Pele: previna-se!

Primeiro, aparece uma pinta discreta. Você não dá bola, até perceber que, aos poucos, ela vai crescendo. Começa a coçar, às vezes sangra, e está mudando de cor. Hum, suas bordas irregulares não parecem coisa boa. Não perca tempo: voe para o médico, para investigar. Pode não ser nada, mas há grandes chances de ser câncer de pele, o tipo de câncer mais comum no mundo.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), só no Brasil são 176 mil novos casos ao ano, ou seja, 30% de todos os tumores malignos correspondem ao câncer da pele, incidência quatro vezes maior do que o câncer de mama e próstata. A boa notícia é que, com o diagnóstico precoce, as chances de cura são altas: é o câncer com o menor índice de mortalidade.

Os tipos de câncer de pele

Há dois tipos de câncer de pele, o Carcinoma e o Melanoma.

Melanoma

Considerado o tipo menos frequente e também o que tem maior índice de mortalidade. Entretanto, as chances de cura permanecem altas, cerca de 90%, quando detectado precocemente. O Melanoma parece uma pinta ou sinal de pele, com tons acastanhados ou enegrecidos. Tem origem nas células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. O que o difere de uma pinta comum é a alteração de cor, formato e/ou, tamanho, além de poder apresentar sangramento.

Carcinoma (tem duas categorias):

Carcinoma Basocelular (CBC): é o tipo mais comum de câncer de pele. É uma lesão com evolução lenta, que se localiza, frequentemente, em áreas do corpo com maior exposição ao sol, como: rosto, orelhas, pescoço, ombros, costas e couro cabeludo. A chance de cura é alta, quando descoberto no início.

Esse tipo de câncer pode aparentar outras doenças de pele, como psoríase ou eczema. Outra forma clínica é a nódulo-ulcerativa, que se apresenta como uma pequena elevação vermelha na pele, com brilho, crosta central e risco de sangramento.

Carcinoma Epidermoide ou Espino-Celular (CEC): é também mais encontrado nas áreas que normalmente ficam mais expostas ao sol como: orelhas, ombros, rosto, pescoço e couro cabeludo, mas podem aparecer em qualquer parte do corpo. É considerado um tipo grave, pois pode evoluir com metástases.

A aparência é semelhante à verruga, com coloração avermelhada, em forma de machucados ou feridas que descamam, não cicatrizam e podem vir a sangrar. Pode surgir em cicatrizes ou feridas, principalmente, gerados por meio de queimadura.

Principais sinais e sintomas

Os sintomas variam de acordo com o estágio e tipo de câncer, sendo os principais:

• Pinta preta ou castanha com alteração de cor e textura, com as bordas irregulares e aumento do tamanho;
• Mancha ou ferida que não cicatriza, em até quatro semanas, com a presença de coceira, crostas ou sangramento;
• Lesão elevada, brilhante, translúcida ou com alteração de cores, como avermelhado, rósea, castanha ou multicolorida, associado com sangramento;
• Nódulos na pele;
• Inchaço nos gânglios (ínguas).

Caso identifique qualquer sintoma citado, marque uma consulta com um dermatologista através do aplicativo da filóo para uma avaliação.

Fatores de risco
Há dois tipos de fatores de risco: relacionado a fatores individuais e ao ambiente.

Relacionado a fatores individuais:
• Histórico familiar, quando há registros da doença em parentes de primeiro grau, o risco da doença eleva;
• Pele clara;
• Olhos claros;
• Cabelos ruivos ou loiros;
• Pessoa albina;
• Portadores de HIV+;
• Pessoas transplantadas;
• Pessoas com idade superior há 40 anos;
• Facilidade para queimadura;
• Dificuldade para bronzeamento;
• Pessoas com sistema imune debilitado.
Relacionado ao ambiente e comportamento:
• Histórico de queimadura solar;
• Exposição de áreas tratadas por radioterapia;
• Exposição à radiação Ultra-Violeta (UV) prolongada e repetitiva, na infância;
• Viver em clima tropical;
• Viver em local com altitudes elevadas;
• Uso de medicamentos imunossupressores (como: azatioprina e ciclosporina);
• Exposição a fuligens e arsênico;
• Exposição a piche, óleos minerais e de xisto;
• Trabalho ao ar livre, como agricultores, pescadores, etc.

Tratamento do Câncer de Pele

Para o Carcinoma há diversas formas de tratamento como cirurgias para a remoção do tumor, cirurgia a laser (técnica não-invasiva), curetagem (raspagem do local), e criocirurgia, com nitrogênio líquido para promover a destruição das células tumorais, técnica não-invasiva, sem cortes ou sangramento, entre outras. Pode haver o uso de medicação via oral, tópicas, além de quimioterapia ou radioterapia, para auxiliar no tratamento.

Para o tipo Melanoma, o tratamento começa com a cirurgia excisional. Se necessário, podem ser realizados quimioterapia, radioterapia e novos tratamentos de imunoterapia baseados nos resultados de exames genéticos que conseguem identificar o tipo de mutação.

Para prevenir o câncer de pele, siga essas dicas:

• Evitar exposição excessiva ao sol, principalmente das 10 às 16h;
• Utilizar protetor solar diariamente, com proteção UVA e UVB, com o FPS (fator de proteção solar) mínimo de 30 (em crianças, o uso é permitido a partir dos seis meses de idade);
• Reaplicar o filtro solar a cada duas horas, mesmo em dias nublados;
• Observar a pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas;
• Uso de camiseta, óculos de sol, chapéu ou boné de aba larga e protetor solar;
• Passar em consulta com dermatologista ao menos uma vez por ano;
• Utilizar protetor labial.

Lembre-se: o câncer de pele só pode ser diagnosticado com a realização do exame clínico realizado por um médico especializado ou por meio de uma biópsia. Previna-se! Visite seu dermatologista regularmente. Em caso de dúvidas, as enfermeiras consultoras da filóo estão prontas a dar orientações e ajudar você a cuidar bem deste que é o maior órgão do corpo humano: a sua pele.

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Diferença entre: Promoção e prevenção de saúde

Diferença entre: Promoção e prevenção de saúde

Você já deve ter ouvido a frase “é melhor prevenir do que remediar”. Ou seja, para evitar que algo ou alguma doença pegue você “desprevenido”, há uma preparação prévia, uma antecipação do problema e, em vez de esperar ele ocorrer, você age minimizando o risco. Isso é prevenção da saúde.

Por exemplo: se a previsão do tempo é que vai esfriar, você leva um casaco para não ficar resfriado. Se há um surto de sarampo, vai até o posto e toma a vacina. E assim por diante: consulta seu médico regularmente, faz check-up anuais, mede a pressão com frequência, entre outros exames de acompanhamento. Você é o protagonista no cuidado com a sua saúde.

Prevenir é:
– Manter o calendário de vacinação em dia
– Optar por uma alimentação saudável
– Não fumar
– Fazer exercícios regularmente
– Praticar sexo seguro, com uso de preservativo
– Seguir as recomendações de saúde e orientações médicas de sua confiança

Promoção de saúde é mais amplo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), refere-se a medidas e cuidados que não têm como foco uma determinada doença ou desordem, é um processo social e político com ações direcionadas a mudanças e melhorias nas condições sociais, ambientais e econômicas para minimizar o impacto na saúde individual e pública. Isto permite aumentar a saúde e o bem-estar geral.

São cinco os campos de ação que a promoção da saúde contempla: implementação de políticas públicas saudáveis, criação de ambientes saudáveis, capacitação da comunidade, desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas e reorientação de serviços de saúde.

Promover é:
– Impulsionar, fomentar, gerar
– Estratégia global para alimentação saudável e atividade física
– Programas de controle e tratamento do tabagismo e consumo de álcool
– Promoção da saúde do homem, da mulher e do idoso
– Campanhas de aleitamento materno
– Atenção à saúde mental

A principal diferença entre prevenção e promoção se refere ao conceito de saúde, na prevenção a saúde é vista como ausência de doenças e na promoção, como um modelo participativo multidimensional de saúde.

Através do aplicativo da filóo, você pode agendar a sua consulta preventiva e fazer a sua parte para estar com a saúde sempre em dia. Conheça a filóo. Tenha acesso à consultas e exames que cabem no seu bolso. Confira AQUI

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Quando longevidade é sinônimo de qualidade de vida

Quando longevidade é sinônimo de qualidade de vida

Se você deseja uma vida longa, comece hoje (neste minuto) a ajustar sua rotina. Cada dia conta. Inicie eliminando o hábito de fumar e beber álcool. Depois, ajuste a alimentação, inclua exercícios físicos diários. E até uma agenda social familiar e que contemple encontrar-se com seus bons amigos.

Entenda o que cada uma dessas sugestões faz pelo seu futuro. E, claro, por você. Veja 6 hábitos que impactam na sua longevidade:

1. Não fume
Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, em 2013, mostrou que fumar pode diminuir a expectativa de vida em até dez anos. E quanto mais jovem se larga o vício, mais anos se adiciona à vida, pois fica-se menos suscetível a complicações cardíacas, derrame e pressão alta, múltiplas formas de câncer, incluindo de bexiga, de pulmão, de rim e de garganta.

Na pesquisa, quem parou de fumar entre 25 e 34 anos (em média aos 29 anos) demonstrou curvas de sobrevida semelhantes às de não fumantes. Quando comparados aos que não largaram o vício, ganharam por volta de dez anos de vida. Já aqueles que pararam entre 45 e 54 anos, tiveram um ganho médio de seis anos de vida e, entre 55 e 64 anos, uma sobrevida de quatro anos. E mais: parar de fumar antes dos 40 anos reduz o risco de morrer por qualquer causa, em cerca de 90%.

2. Evite bebidas alcoólicas
Beber cinco taças de 175ml de vinho ou canecos de cerveja por semana (o equivalente a 100g) aumenta o risco de morte prematura. Um estudo publicado pelo jornal científico The Lancet, analisou 599.912 bebedores em 19 países, nenhum dos quais tinha um histórico de doença cardiovascular. Descobriu um aumento em todas as causas de morte quando mais de 100g de álcool foram consumidos semanalmente.

Pela análise, uma pessoa de 40 anos que bebe entre 200g e 350g de álcool por semana (de 10 a 18 copos de vinho ou cervejas) tem uma expectativa de vida mais baixa, em torno de um a dois anos. Consumir mais bebida alcoólica está associado a acidentes vasculares cerebrais, insuficiência cardíaca e risco fatal de aneurismas.

3. Consuma mais vegetais
As pessoas que vivem em “Zonas Azuis ” (locais onde há uma forte relação entre a longevidade e a baixa incidência de doenças crônicas) obtêm pelo menos 80% de sua dieta baseadas em vegetais, como frutas, verduras, nozes, sementes, cereais integrais e feijões. Este tipo de dieta é naturalmente baixo em colesterol e fornece uma dose saudável de fibras, antioxidantes e outros nutrientes que mantêm o sistema imunológico funcionando e o corpo saudável.

Muitos estudos associam uma dieta rica em vegetais a um menor risco de morte prematura, bem como uma redução do risco de câncer, síndrome metabólica, doenças cardíacas, depressão e deterioração do cérebro. Estes efeitos são atribuídos aos nutrientes e antioxidantes dos alimentos vegetais, que incluem polifenóis, carotenóides, ácido fólico e vitamina C.


4. Mexa-se

Exercícios físicos ajudam a combater os fatores de risco para problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, e aumentam o humor. Um estudo de 2017, feito com mais de 130.000 pessoas publicado no Lancet identificou que praticar 30 minutos de atividade física por dia ou 150 minutos semanais, reduz o risco de morte em 28%. E isso vale, inclusive, para caminhadas leves e jardinagem. Ou seja, você não precisa treinar pesado numa academia. Apenas mexa-se!

5. Mantenha laços de afeto com a família, amigos e comunidade
Permanecer ativo socialmente melhora sua longevidade, de acordo com um estudo de 2017, do Journal of American Geriatrics Society. Pesquisadores observaram quantas vezes as pessoas com idades entre 70 e 90 deixaram suas casas e quanto tempo eles viveram: aqueles que saíam diariamente viviam mais do que os reclusos. Sair da casa regularmente pode proporcionar aos idosos mais oportunidades de se engajar em atividades sociais, culturais e físicas, o que, por sua vez, aumenta sua saúde e longevidade.

Em outro estudo, desta vez uma parceria entre a Universidade da Califórnia em San Diego e a Universidade de Yale, com colaboração do Facebook, descobriu-se que mesmo relacionamentos online se correlacionam com uma vida mais longa, desde que o uso da plataforma de redes sociais seja para acompanhar as relações da vida real. A felicidade em nossos relacionamentos têm uma influência poderosa em nossa saúde.

6. Visite um médico regularmente
Seja proativo em manter sua saúde. Consultar profissionais de saúde para avaliações de rotina, vacinas e tratamento de condições crônicas ajudam a detectar problemas precocemente. E mais: a frequência de consulta cria um vínculo positivo com o seu médico, possibilitando um cuidado individualizado que atende aos objetivos do paciente, mantendo uma melhor qualidade de vida.

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Dia dos pais: a nova paternidade

Dia dos pais: a nova paternidade

Eles buscam na escola, dão papinha, levam ao médico. Até dançar em cima do palco na apresentação de balé de fim de ano, eles dançam. De tutu. E fazem sucesso. Os pais modernos não se apegam a convenções. Querem se envolver ativamente na criação dos filhos, dividem as tarefas domésticas, dão o seu melhor. Entendem que ser pai é participar. Do jeito deles, aprendendo e errando e melhorando e se superando. Como toda mãe. Alguns pais, separados, têm até apelido: “pães”. Eis a nova paternidade.

Com as mudanças nos papéis sociais, o homem “moderno” precisou se reinventar. Abandonar velhas crenças e se lançar ao novo. Está mais sensível e descobrindo novas maneiras de exercer sua masculinidade sem, com isso, ser menos homem. Passou a se permitir demonstrar os sentimentos, a dizer o que sente, a não ter medo de ser julgado. Aprendeu a compartilhar.

Movimentos e personalidades nas redes sociais como Papo de Homem (@papodehomem), Homem Paterno (@homempaterno) e Marcos Piangers (@piangers), que debatem a paternidade integral e organizam encontros e workshops presenciais para discutir o novo papel masculino não nos deixam mentir. O mais bacana? Os eventos estão sempre lotados.
Ser pai é olhar para o futuro. É querer manter-se vivo e saudável para seguir cuidando da prole. E aí entra uma questão importante: é preciso também se cuidar. Ficar de olho na saúde, marcar consultas preventivas. Sim, os homens ainda vão menos ao médico do que as mulheres.

Uma pesquisa do Centro de Referência em Saúde do Homem expôs que mais de 50% dos homens só buscam tratamento quando as doenças já estão em estágio avançado e há necessidade de intervenções cirúrgicas. Foram 80 milhões de consultas a menos do que as mulheres em 2017, de acordo com o Ministério da Saúde. Isto precisa mudar.

Previna-se
Prevenção é muito importante. Confira os cuidados e exames que todo homem deve realizar ao longo da vida:

Check-ups
Fez 40 anos? Bem-vindo ao time dos que devem fazer exames anuais para prevenir as principais doenças que afetam os homens a partir desta idade. São elas: hipertensão, colesterol alto, problemas cardiovasculares e no pulmão, câncer de próstata, alterações hormonais, problemas renais e na bexiga, entre outros.

Exames de sangue
A partir dos 20 anos, faça exames anuais para o controle das taxas de glicose, colesterol, triglicerídeos, ácido úrico e creatinina, e hemograma completo.

Autoexame testicular
A partir dos 15 anos, esse autoexame já deve ser feito. Em busca de caroços, alterações, crescimento exagerado, na adolescência se inicia o cuidado com os testículos. Apalpe-os e, se detectar anormalidades, visite um urologista. O câncer de testículo é o mais comum entre homens de 15 a 34 anos.

Próstata
O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, perdendo apenas do câncer de pele. Daí a importância do toque retal, para verificar o estado da glândula, e do PSA, exame de sangue para medir níveis de substâncias da próstata. A partir dos 40 anos, o exame deve ser anual.

Colonoscopia
Para detectar pólipos, doenças inflamatórias intestinais, câncer no reto ou no intestino grosso, a colonoscopia, exame que captura imagens em tempo real através de um tubo ótico e analisa a mucosa intestinal, deve ser feita anualmente a partir dos 50 anos.

Neste Dia dos Pais, que tal dar um presente diferente ao seu pai ou a si mesmo? Clique AQUI e faça um cadastro na filóo. Por apenas R$ 7,99 + o valor da consulta, você tem acesso a consultas particulares com valores que você pode pagar, sem limite de uso ou carência, descontos de até 85% em medicamentos e 20% em exames e vacinas e orientação de saúde 24 horas com nossas consultoras filóo. Feliz ano dos pais. A sua saúde é seu melhor presente. Invista!

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Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Você faz o exame de sangue e sai o diagnóstico: colesterol alto. Leva um susto, ouve do médico que terá que tomar cuidados extras em relação à saúde, sobretudo alimentação e estilo de vida. Mas o que significa, realmente, a alteração nas taxas deste composto químico?

O que é
O colesterol é um tipo de gordura que integra a membrana das células, a maior parte sintetizada no fígado, e é transportado no sangue por proteínas especiais: as lipoproteínas, encarregadas pela distribuição do colesterol por todas as células, como as do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos, coração, e tecidos do corpo.

Dois tipos
O colesterol é classificado em dois tipos:
O HDL – Lipoproteínas de Alta Densidade (do Inglês, High Density Lipoproteins), considerado o colesterol “bom”, que ajuda a eliminar o excesso de gordura pela bile e pelas fezes.

E o LDL – Lipoproteínas de Baixa Densidade (do Inglês, Low Density Lipoprotein), chamado “ruim”, pois em excesso pode aderir às paredes das artérias formando placas de gordura que dificultam o fluxo sanguíneo, oferecendo risco de derrame (AVC), aterosclerose, angina, infarto agudo do miocárdio, entre outros problemas. Quando uma pessoa tem níveis de LDL acima do normal, diz-se que tem colesterol alto.

Dentre as muitas funções do colesterol estão:
– A produção do cortisol, o “hormônio do estresse”, e dos hormônios sexuais, incluindo androgênio, testosterona, estrógeno, progesterona e DHEA., essenciais à reprodução;
– Regular os receptores de serotonina no cérebro, que promovem o bem-estar e têm ligação direta com alterações de humores, agressividade e até depressão.
– A produção de vitamina D, indispensável para a formação dos ossos e do sistema nervoso, e também para o funcionamento do sistema imunológico, o metabolismo de sais minerais, à produção de insulina e para o tônus muscular;
– Fabricação dos ácidos biliares (no fígado) que ajudam na digestão de gorduras.

São fatores de risco:
– Maus hábitos alimentares, sobretudo quando consumida gorduras saturadas e trans em excesso,
– Obesidade
– Sedentarismo
– Diabetes
– Tabagismo
– Pressão alta
– Fatores hereditários (se há casos na família, visite seu médico regularmente e mantenha seus exames em dia)

Alimentos amigos do colesterol:
O colesterol entra no organismo por duas vias: produzido pelo fígado ou extraído dos alimentos no intestino. Portanto, os níveis desta substância no sangue são influenciados pela ingestão de gorduras saturadas. Ou seja: você é o que você come. O seu colesterol também.

Veja quais alimentos são indicados e invista!
Azeite: A gordura monoinsaturada do azeite extra-virgem é anti-inflamatória e muito benéfica para o sistema cardiovascular. Benefícios: Eleva o HDL (colesterol bom) e baixa o LDL (ruim).

Peixes: Aposte no trio salmão, atum e sardinha, rico em ácidos graxos (Ômega 3). Benefícios: Aumenta os níveis de HDL, protegendo o coração.

Soja: Possui isoflavonas, hormônio vegetal que inibe a aterosclerose. Benefícios: Eleva o HDL e baixa o LDL.

Abacate: Fonte de gordura monoinsaturada, seu consumo regular que evita a deposição de colesterol nas artérias. Benefícios: efeito vantajoso sobre os níveis de colesterol e triglicérides, melhorias na pressão alta.

Uvas: As vermelhas, roxas ou pretas (sobretudo suas cascas) são ótimas fontes de quercetina, resveratrol e flavonoides (antioxidantes), sendo excelentes para a saúde do coração. As uvas verdes têm poderes antivirais e antibacterianos. Benefícios: Ajudam a elevar o HDL.

Cranberry: Rica em flavonoides, beber 400 ml diários do suco dessa fruta, por no mínimo um mês, segundo uma pesquisa da Universidade de Scranton (EUA), ajuda a reduzir em até 40% os riscos de doenças cardiovasculares. Benefícios: Excelente para elevar o colesterol HDL.

Castanhas: Invista num mix diário de nozes, amêndoas, castanhas-do-pará, sementes de girassol, castanhas-de-caju, fontes de gorduras mono e poli-insaturadas. Ideal é comer um punhado apenas (a quantidade de uma mão). Benefícios: ajudam a elevar o colesterol HDL.

Aveia: Duas colheres diárias da fibra do farelo de aveia é o recomendado. Benefícios: Aumentam o HDL, diminuem o LDL.

A melhor maneira de prevenir o colesterol alto é mantendo uma rotina com hábitos e alimentação saudáveis, e incluir exercícios físicos no seu dia a dia. Neste Dia Nacional de Combate ao Colesterol, que tal investigar os níveis de colesterol do seu sangue?

Agende uma consulta com um clínico geral através do aplicativo da filóo e marque um exame. Saúde nunca é demais e, com a filóo, cabe no seu bolso.

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